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BOVESPA: PETROBRAS FECHA ABRIL COM GANHO DE R$ 53 BI PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rodrigo Tolotti Umpieres - Brasil 247   
Ter, 03 de Maio de 2016 18:39

petrobras bovespa

Mesmo sob a mira de ataques diários por parte de líderes da oposição e da imprensa, a estatal do petróleo, junto com a CSN, foi a empresa que mais se valorizou em abril na Bovespa; as ações ON da Petrobras fecharam o mês com ganhos de 48,75%, cotadas a R$ 14,25, enquanto as PN dispararam 34,12%, para R$ 13,05; com isso, a empresa fecha abril com um ganho de R$ 53,36 bilhões de valor de mercado; noticiário ao longo do mês foi principalmente em torno da expectativa da divulgação do balanço de 2014, que apontou prejuízo de R$ 21,6 bilhões; também ajudaram os papéis informações sobre desinvestimentos da companhia, como a possível venda da participação na Braskem

O Ibovespa encerra o mês de abril com forte alta de 9,93%, aos 56.229 pontos e muito deste desempenho se deve à valorização de duas das maiores empresas da Bolsa: a Petrobras e a Vale, que figuraram entre os maiores ganhos do período, subindo pelo menos 30%. Dos 68 papéis do índice, 12 encerraram abril com alta de mais de 20%, enquanto 7 ativos caíram mais de 5%, sendo que a maior queda foi de 19,59%.

Para surpresa de muitos - ou não -, as duas empresas que mais se valorizaram em abril foram a Petrobras (PETR3; PETR4) e a CSN (CSNA3), que há tempos têm exigido cautela dos investidores e meio a tantos problemas. No caso da estatal, desde o início do mês o que impulsionou as ações foi o aumento da expectativa pela divulgação do resultado, que teve início com uma série de rumores e ganhou mais força após a companhia confirmar que iria finalmente apresentar seu balanço.

No noticiário da companhia, além do desenrolar das investigações da Lava Jato, informações sobre desinvestimentos também ajudaram os papéis, como a possível venda da participação que ela detém na Braskem, controlada pela estatal em conjunto com a Odebrecht, como parte do plano de desinvestimentos da ordem de US$ 13,7 bilhões.

Tudo isso até a companhia realmente divulgar seu balanço no dia 22, tirando um peso das costas e ajudando a "destravar" um pouco as ações. A estatal teve um prejuízo de R$ 21,6 bilhões no ano passado, segundo balanço auditado, após contabilizar perdas de R$ 6,2 bilhões por corrupção e reduzir em mais de R$ 44 bilhões o valor de seus ativos. Este foi o primeiro prejuízo da companhia desde 1991.

Com a combinação de fatores positivos, que não chegaram a mudar os fundamentos da empresa, mas aliviaram o cenário, as ações ON da estatal fecharam o mês com ganhos de 48,75%, cotadas a R$ 14,25, enquanto as PN dispararam 34,12%, para R$ 13,05. Com isso, a Petrobras fecha abril com um ganho de R$ 53,36 bilhões de valor de mercado.

 

CSN e Vale Juntas com a Petrobras, CSN (CSNA3, R$ 8,07, +48,62%) e Vale (VALE3, R$ 22,65, +30,44%; VALE5, R$ 18,15, +22,10%) completam o time das maiores altas do mês. Basicamente o que impulsionou os ativos das duas empresas foi uma retomada do minério de ferro, que chegou a subir mais de 20% em abril. Como principal produto dos negócios de ambas companhias, uma valorização da commodity acaba sendo de grande benefício para elas.

Neste ambiente, duas recentes notícias ajudaram a impulsionar o minério. A primeira foi o anúncio do banco central da China, no dia 19, cortando a quantia que os bancos devem manter como reservas, acrescentando mais liquidez à segunda maior economia do mundo para ajudar a incentivar empréstimos bancários e combater a desaceleração do crescimento.  O Banco Popular da China abaixou a proporção de requisição de reserva (RRR) para todos os bancos em 100 pontos básicos para 18,5%.

Aliado a isso, uma das maiores produtoras de minério do mundo, a BHP Billinton, que era uma das responsáveis pela queda do minério por culpa de uma mudança de estratégia de mercado, agora também ajudou a elevar o preço dos papéis. Na semana passada, a mineradora anunciou que adiará seus investimentos relativos a produção de minério de ferro. "Trata-se de uma indicação importante para mercado. Os principais produtores do mundo estão reduzindo seus investimentos. Isso pode fazer com que o preço do minério de ferro volte a subir", disse o analista de investimento da Elite Corretora, Alexandre de Macedo Marques Filho.

No noticiário individual de cada companhia, destaque para a "novela Usiminas", que envolve a CSN - que é uma das principais minoritárias da companhia. Nas últimas semanas, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) decidiu que a operação de compra da participação da Previ na Usiminas pela Ternium, anunciada em outubro, disparou a 

disparou a obrigação de OPA pelas ações ordinárias da siderúrgica brasileira. A Ternium anunciou em outubro a compra de ações, em uma operação de R$ 616,7 milhões e que envolveu 51,5 milhões de papéis.

A  Ternium  disse que vai interpor recurso contra entendimento da CVM sobre a obrigatoriedade de que a companhia realize oferta pública de aquisição de ações da Usiminas. "Reafirmamos nossa absoluta convicção no entendimento manifestado em 2 de outubro de 2014, no sentido de que a referida aquisição de ações não enseja a obrigação de realizar uma OPA", acrescentou.

Já para a Vale, importante destacar seu resultado do primeiro trimestre, divulgado nesta quinta, com a companhia reportando um prejuízo de R$ 9,5 bilhões. Como o prejuízo se deveu, basicamente, ao impacto não caixa da depreciação do real, que gerou uma despesa financeira líquida de US$ 4,5 bilhões, e a receita impactada pela queda nos preços das commodities, o mercado preferiu se atentar mais às falas do presidente da mineradora, Murilo Ferreira, que reforçou mais cortes de custos, além do enxugamento de custos já registrado no primeiro trimestre.

Despesas com vendas, gerais e administrativas foram reduzidas em 30%, com pesquisa e desenvolvimento em 17%. Durante a teleconferência sobre o balanço, Ferreira destacou ainda que considera vender mais ativos. Isso levou os ativos da mineradora a fecharem o pregão com fortes ganhos de 7%.

Maiores quedas Na ponta oposta do Ibovespa, o destaque ficou com a BR Properties (BRPR3, R$ 10,51, -19,59%), que após disparar no mês passado com notícias sobre sua OPA, desta vez afundou com um cenário que começa a se tornar obscuro e que pode resultar no cancelamento da oferta por parte do BTG Pactual, segundo informações do Valor Econômico.  A Superintendência de Relações com Investidores Institucionais da CVM pediu que seja realizada assembleia geral dos cotistas do BC Fund para deliberar sobre a participação na OPA.

A recuada do dólar também foi fator importante para alguns papéis, caso da Fibria (FIBR3, R$ 42,25, -6,53%) e da Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 9,84, -8,97%). No caso da companhia de papel e celulose, por ter grande parte de seu negócio focado na exportação, em um ambiente onde a moeda americana cai quase 6% como foi em abril, seus negócios também são prejudicados.

Já para a Gerdau, a questão envolve o fato da companhia ter boa parte de seus negócios no mercado norte-americano, ou seja, com receita em dólar. Como a moeda se desvalorizou, os ganhos da companhia também são reduzidos. Por conta deste perfil, a Gerdau já havia se descolado das outras siderúrgicas, subindo bem nos últimos meses, o que acabou resultando em uma queda bem mais forte em abril.

 
Gravação mostra procuradores da Lava Jato tentando induzir depoimento PDF Imprimir E-mail
Escrito por Consultor Jurídico   
Ter, 03 de Maio de 2016 08:49

mpf

Ameaçar testemunhas com o intuito de influenciar o resultado de uma investigação criminal configura crime de coação no curso do processo, previsto no artigo 344 do Código Penal, já decidiu o Supremo Tribunal Federal. No entanto, é difícil imaginar qual é o possível desfecho quando a atitude é do próprio Ministério Público Federal.

Ameaças veladas, como “se o senhor disser isso, eu apresento documentos, e aí vai ficar ruim pro senhor”, que poderiam estar em um filme policial, foram feitas em plena operação Lava Jato. E em procedimento informal, fora dos autos.

O cenário é uma casa humilde no interior de São Paulo. Quatro procuradores batem à porta e, atendidos por familiares do morador — que presta serviços de eletricista, pintor e jardinagem em casas e sítios—, começam a questionar se ele trabalhou no sítio usado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e se conhece um dos donos do imóvel, o empresário Jonas Suassuna. Ao ouvirem que o homem não conhecia o empresário nem havia trabalhado no local, começam o jogo de pressões e ameaças:

Procurador: 
Quero deixar o senhor bem tranquilo, mas, por exemplo, se a gente chamar o senhor oficialmente pra depor daqui a alguns dias, e você chegar lá pra mim e falar uma coisa dessas…

Interrogado: Dessas… Sobre o quê?

Procurador: Sobre, por exemplo, o senhor já trabalhou no sítio Santa Barbara?

Interrogado: Não trabalho.

Procurador: O senhor já conheceu o senhor Jonas Suassuna?

Interrogado: Nunca… Nunca vi.

Procurador: O senhor já fez algum pedido pra ele em algum lugar?

Interrogado: Nem conheço.

Procurador: Então, por exemplo, aí eu te apresento uma série de documentações. Aí fica ruim pro senhor, entendeu?

A conversa foi gravada pelo filho do interrogado, um trabalhador da região de Atibaia. Os visitantes inesperados eram os procuradores do Ministério Público Federal Athayde Ribeiro Costa, Roberson Henrique Pozzobon, Januário Paludo e Júlio Noronha.

Nas duas gravações, obtidas pela ConJur, os membros do MPF chegam na casa do “faz tudo” Edivaldo Pereira Vieira. Sutilmente, tentam induzi-lo, ultrapassando com desenvoltura a fronteira entre argumentação e intimidação, dando a entender que dizer certas coisas é bom e dizer outras é ruim.

Na insistência de que o investigado dissesse o que os procuradores esperavam ouvir, fazem outra ameaça velada a Vieira, de que ele poderia ser convocado a depor e dizer a verdade.

Procurador: É a primeira vez, o senhor nos conheceu agora, e eventualmente talvez a gente chame o senhor pra depor oficialmente, tá? Aí, é, dependendo da circunstância nós vamos tomar o compromisso do senhor, né, de dizer a verdade, aí o senhor que sabe…

Interrogado: A verdade?

Procurador: É.

Interrogado: Vou sim, vou sim.

Procurador: Se o senhor disser a verdade, sem, sem problema nenhum.

Interrogado:
 Nenhum. Isso é a verdade, tô falando pra vocês.

Procurador: Então seu Edivaldo, quero deixar o senhor bem tranquilo, mas, por exemplo, se a gente chamar o senhor oficialmente pra depor daqui a alguns dias, e você chegar lá pra mim e falar uma coisa dessas…

Investigado ou testemunha

Ao baterem à porta de Vieira, um dos procuradores diz: “Ninguém aqui tá querendo te processar nem nada, não”.

No entanto, o nome de Pereira Vieira aparece na longa lista de acusados constantes do mandado de busca e apreensão da 24ª etapa da operação “lava jato”, que investiga se o ex-presidente Lula é o dono de sítio em Atibaia, assinado pelo juiz Sergio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Ao se despedirem, deixando seus nomes e o telefone escritos a lápis numa folha de caderno, os membros do MPF insistem que o investigado escondia algo e poderia “mudar de ideia” e decidir falar:

Procurador: Se o senhor mudar de ideia e quiser conversar com a gente, o senhor pode ligar pra gente?

Interrogado: Mudar de ideia? Ideia do quê?

Procurador: 
Se souber de algum fato.

Interrogado: Não…

Procurador: 
Se você resolver conversar com a gente você liga pra gente, qualquer assunto?

Interrogado: Tá.

 

temer bolsa

 

Última atualização em Ter, 03 de Maio de 2016 11:24
 
Emenda de Ducci é aprovada no relatório final da MP 712/16 de combate ao Aedes Egypt PDF Imprimir E-mail
Escrito por Liderança do PSB   
Ter, 03 de Maio de 2016 08:44

luciano 18A emenda do deputado federal Luciano Ducci (PSB) que estabelece  a distribuição da vacina da dengue nos postos de saúde foi aprovada pela comissão mista que analisa a Medida Provisória 712/16, de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue, chikungunha e zika.

De acordo com Ducci, a medida apresentada pelo governo tratava apenas da entrada de agentes comunitários em imóveis abandonados e não tinha mais que cinco ou seis tópicos. “Ampliamos uma série de questões  e  incluímos a obrigatoriedade da distribuição da vacina no calendário de imunização do Sistema Único de Saúde – SUS. A medida ficou muito mais abrangente”, explicou.

Outras propostas foram incluídas no texto para o tratamento das sequelas neurológicas causadas pelas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre elas a licença maternidade de 180 dias no caso das mães de crianças com microcefalia causada pela zika.

O relatório segue agora para a votação nos plenários da Câmara e do Senado. “Espero que esse momento político não iniba as duas Casas de apreciarem o relatório e votar, porque a crise da saúde é muito maior do que a crise política”, disse Ducci.

 

 
Anonymous ataca sites da Justiça de Sergipe e diz "Também serão bloqueados por 72h". PDF Imprimir E-mail
Escrito por CBSI   
Seg, 02 de Maio de 2016 16:20

anonimos

Anonymous Brasil, entrou em mais uma causa, dessa vez contra o bloqueio de 72h do aplicativo de mensagens WhatsApp. Em nota na sua fan page, os hacktivistas anunciaramuma série de ataques para tirar do ar os sites da justiça sergipana como a Justiça Federal de Sergipe e o Tribunal de Justiça de Sergipe

"A ?#?OpStopBlocking? surge nesse momento como um protesto frente ao bloqueio do WhatsApp determinado pelo juiz Marcel Montalvão, de Sergipe. O juiz determinou a suspensão do serviço de comunicação devido a uma investigação policial de tráfico internacional de drogas. O objetivo para tal atitude é até louvável, mas essa determinação esconde por trás dois fatores interessantes.
 
Um deles é da impossibilidade do WhatsApp entregar as conversas descriptografadas para a polícia, devido ao tipo de tecnologia que o aplicativo usa (P2P). Isso já é sabido pelas autoridades há muito tempo, o que nos leva a crer, consequentemente, no segundo fator.
 
Ficou claro e óbvio que tal medida visa restringir as medidas tomadas em prol da liberdade e da privacidade que os novos meios de comunicação nos trouxeram. O governo está forçando que empresas como o WhatsApp passem a armazenar o conteúdo das mensagens trocadas pelo aplicativo em sua forma plena e clara, restringindo seriamente nossos direitos básicos à privacidade.
 
Especialistas da área do Direito Eletrônico e de TI dizem que a decisão foi tomada com base no Marco Civil da Internet, que foi supostamente desenvolvido para estabelecer regras claras para o funcionamento da Internet e impedir que esse tipo de medida abusiva de suspensão de serviço fosse praticada. A medida tomada pelo Juiz, no entanto, tem respaldo sim no Marco Civil da Internet.
 
Se o WhatsApp ficará bloqueado por 72h, assim será também então com o site do Tribunal de Justiça de Sergipe, em forma de protesto pelos motivos expostos.
 
Não nos calarão". - Anonymous Brasil
 
 
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