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Como dividir o Brasil para criar guerra e revolução? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Abel Kaheler   
Seg, 10 de Novembro de 2014 12:09

brasil rachado

 

Eu já vi acontecer isto mais de uma vez. Estive na Venezuela quando Hugo Chávez começou a enfrentar campanhas divisionistas (financiadas pelo governo dos EUA) para fomentar o golpe que o derrubou, mas que não se sustentou.

Estive na Líbia meses antes dos EUA e seus cúmplices (governos da França e Inglaterra) bombardearem o país, destruindo a nação mais próspera da África e colocando no lugar de Kadafi seitas extremistas que levaram o país à destruição e guerra civil.


E agora no Brasil estou vendo os mesmos argumentos, as mesmas estratégias. Através da internet diariamente pessoas reproduzem informações falsas criadas por funcionários do Pentágono para desestabilizar o país, criar guerra ou revolução. Por quê? Apenas porque a economia norte-americana está baseada na indústria bélica. Grande parte da indústria e do comércio norte-americano gira em torno de componentes de armas, aviões, navios, submarinos e todos os tipos de armamentos. Sem guerra o governo dos EUA não se sustenta, abre falência em pouco tempo. Por isso os EUA fomentam guerras em todos os continentes. Por isso os EUA tem 1.021 bases militares (entre quartéis e escritórios) na maioria dos países.
Não adiantou Aécio Neves e Dilma Rousseff afirmarem publicamente que é hora de pensar no Brasil como um todo, unido - porque divididos somos fracos.
Aqueles que hoje divulgam mentiras pela internet, muitas vezes sem saber de onde vem, defendendo a divisão do país, a segregação, o golpe, estariam dispostos a verem seus filhos e netos ensanguentados e mortos em guerras e revoluções? Estariam dispostos a criar uma guerra fraticida para que potências estrangeiras tomassem conta das nossas riquezas naturais - exatamente como acontece em todos os países onde existem guerras e revoluções pelo mundo?

A ameaça comunista
Em alguns países atrasados ainda funciona o velho chavão criado pelos norte-americanos de “guerra ao comunismo”. Em outros, o jargão é “combate ao terrorismo”, mas ambos escondem desculpas para justificar divisões e guerras injustificáveis.
Quando a imprensa venal se uniu aos militares corruptos para levar Getúlio Vargas ao suicídio, os comunistas lutavam contra Vargas.
A questão principal não é comunismo nem terrorismo, é apenas roubar (ou controlar) as riquezas naturais dos países dominados.
Hoje em dia as filas de brasileiros que lotam os aeroportos no turismo de luxo vindos da Europa e Estados Unidos da América despertam a inveja e a cobiça de muitos governos.
Quando eu viajava à Europa hà 20 anos era discriminado como pobre interessado em fugir do país. Hoje em dia sou tratado com respeito nos aeroportos internacionais porque sou “brasileiro”. Meses atrás no aeroporto Leonardo Da Vinci em Roma um policial foi advertido pelo superior quando tentou revistar minha bagagem. O oficial disse ao policial: “Não está vendo que ele é brasileiro? Que é rico?”
Estou vendo muitas ONGs financiadas pelo governo dos EUA arregimentando jovens brasileiros para organizar passeatas e mobilizações contra o governo. Vi isso acontecer na Venezuela e na Líbia, e vi as consequencias trágicas dessas ações planejadas fora de nossas fronteiras.
Como dividir o Brasil para criar uma guerra ou revolução? É só começar a divulgar ideias separatistas, ódios raciais, discriminações. Este é o melhor caminho para o inferno.
Mas há quem faça.

 

Última atualização em Seg, 10 de Novembro de 2014 12:10
 
Verba federal do SUS cai de 60% para 45% em 11 anos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Seg, 10 de Novembro de 2014 08:41

sus

No mesmo período, participação dos Estados saltou de 18% para 26% e Prefeituras viram sua fatia subir de 22% para 30%

As estatísticas do Ministério da Saúde não deixam dúvidas: os repasses da União para o Sistema Único de Saúde (SUS) aumentaram, em valores absolutos, 86% - descontada a inflação - entre 2003 e 2013. Proporcionalmente, no entanto, os repasses da União diminuem ano após ano, sobrecarregando os cofres de Estados e municípios. Para rediscutir a legislação que causa essa distorção e denunciar a ineficiência na execução da verba, Ministério Público Federal e Ministério Público de Contas de São Paulo se uniram para instaurar um inquérito civil público. As informações são do Portal IG.
De acordo com a investigação, o dinheiro federal repassado ao SUS caiu, proporcionalmente, de 60% para 45% do total investido no SUS entre 2000 e 2011. No mesmo período, a participação dos Estados saltou de 18% para 26%, enquanto as Prefeituras viram sua fatia aumentar de 22% para 30% do total, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) utilizados na denúncia.
Essa deformidade se deve à Emenda Constitucional 29, editada no ano 2000, que estabelece obrigações diferentes para os entes da federação. Enquanto o governo federal deve repassar ao SUS o mesmo valor do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB), estados e municípios são obrigados a investir 12% e 15%, respectivamente, de suas arrecadações tributárias. Como o PIB vem crescendo pouco nos últimos anos e a arrecadação de impostos aumentando, a participação federal minguou.
Entre 2000 e 2011, Estados e municípios mais que triplicaram o volume investido, passando de R$ 28 bilhões para R$ 89 bilhões - uma diferença de R$ 61 bilhões (R$ 28 bilhões estaduais e R$ 32 bilhões municipais). Nesse período, a União aumentou os gastos em R$ 31 bilhões, diz o Ipea. Segundo dados da Confederação Nacional dos Municípios, a legislação impediu que a União repassasse para a Saúde um total de R$ 25,8 bilhões nesse período.
Municípios e Estados também reclamam da desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e IR (Imposto de Renda) promovida pelo Planalto sobre veículos, móveis e eletrodomésticos. "Essa desoneração impactou fortemente no repasse, afetando o investimento em Saúde", afirmou ao iG o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão de São Paulo, Pedro Antônio de Oliveira Machado, que assina o inquérito com a Procuradora de Contas Êlida Graziane Pinto.
De acordo com acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU), só essa desoneração representou R$ 9,6 bilhões a menos para a Saúde entre 2008 e 2013 - R$ 6 bilhões de Estados e R$ 3,6 bilhões de municípios. O procurador lembra que a medida estimulou a Indústria, fomentou o emprego, "mas tirou dinheiro da Saúde". "Se a Saúde estivesse indo bem, não haveria problema, mas a carência do setor é um fato que essa politica de desoneração aprofunda."

Verba não é usada

As procuradorias também questionam a ineficiência da aplicação do orçamento na construção de hospitais e compra de equipamentos. Em 2013, apenas 26,2% dos R$ 10 bilhões disponíveis foram usados (R$ 1,9 bilhão). De 2001 a 2012, o governo federal destinou R$ 67 bilhões para esse fim, mas apenas R$ 20,5 bilhões foram desembolsados, 41% do total.
O procurador atribui o parco uso do dinheiro a má gestão. "As licitações não saem, as obras atrasam e esses recursos acabam retidos", diz. "Há muita burocracia no repasse e ineficiência dos municípios para executá-lo. Falta capacitar o gestor? Talvez. O inquérito quer entender o problema e propor soluções."
Machado vem requisitando documentos e convocando autoridades em todas as esferas de governo para mapear as razões para o subfinanciamento e soluções de curto e médio prazo. "O ideal é que nos entendamos e não haja a necessidade de ação judicial."

Outro lado

Questionado pela reportagem, o Ministério da Saúde cita a Emenda Constitucional para dizer que cumpre "rigorosamente" o que determina a Constituição. Lembra que as contas federais são aprovadas por órgãos de controle interno e externo.
Embora admita a redução proporcional de repasses, afirma que, "em nenhum momento, o governo federal diminuiu a verba empregada em ações e serviços públicos de saúde mesmo tendo perdido, a partir de 2007, a CPMF, que correspondia a cerca de 30% da receita (R$ 40 bilhões)".

 
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