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Dissidentes do PMDB vão confrontar Requião PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Sáb, 16 de Agosto de 2014 09:28

pessuti 8

Os dissidentes do PMDB, liderados pelo secretário-geral Orlando Pessuti e Doático Santos (secretário-geral do partido em Curitiba), resolveram fazer mais um confronto contra Roberto Requião, candidato do partido ao governo. Pessuti registrou hoje boletim de ocorrência da sede do PMDB, invadido por Requião. 
 
"Vamos fazer ainda, via justiça, um pedido de reintegração de posse da sede. A invasão é uma arbitrariedade, uma agressão política ao PMDB. Nós respeitamos a convenção e ele não está respeitando a executiva do partido, ao invadir a sede e arrombar as portas. Não respeita nem o luto que o PMDB faz em respeito a morte de Eduardo Campos", disse Pessuti.
 
O secretário-geral disse ainda que Requião tenta usurpar o tempo de TV dos deputados estaduais e federais para ceder à candidatos mais próximos dele. "Ele (Requião) quer fazer o que sempre fez, privilegiar alguns, e jogar gastos e despesas nas costas do PMDB. Tanto é que o partido teve suas contas desaprovadas e a cassação do fundo partidário", adianta.
 
Para Pessuti, Requião não respeita nem a convenção nacional que definiu a aliança com o PT de Dilma Rousseff. "Ele (Requião) já disse na imprensa e nos blogs que vai apoiar a Dilma no final da campanha ou no segundo turno. Isso é um desrespeito ao nosso presidente nacional, Michel Temer, vice-presidente da República e novamente, vice de Dilma", disse.
 
Na segunda-feira, 18, às 15h, os dissidentes do PMDB estão convocando para ato de apoio à Pessuti e o presidente do partido, Osmar Serraglio. "A mala preta do pedágio comprou a convenção, mas não vai destituir a executiva do partido. O PMDB não é um feudo de Requião em que ele chega invade a hora que bem entender. Isso não vai acontecer. Se eles querem confronto, eles terão. Agora a conversa é comigo", disse Doático Santos.
 
O dirigente do PMDB ainda acusa Requião de tentar "usurpar" o horário eleitoral dos deputados que começa na próxima terça-feira, 19, e também de mais uma vez comprometer as finanças do partido e bancar sua campanha. "Por duas vezes, tivemos que resgatar a sede do PMDB porque estava em leilão em função de gastos feitos por Requião em campanhas. Isso também não vai acontecer de novo", completou Doático.

 
Documentos mostram que tesoureiro do PT esteve em empresa de Alberto Youssef PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Sex, 15 de Agosto de 2014 09:26

vaccari

 

A Polícia Federal já sabe que o doleiro Alberto Youssef comandava uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e que tinha ramificações no Congresso Nacional e na Petrobras. Agora, com o desenrolar das investigações, a PF está identificando quem eram os aliados de Youssef que encobriam e facilitaram as atividades criminosas do doleiro.
 
Um relatório da PF mostra que um mês antes da deflagração da operação Lava Jato, que prendeu Youssef, o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, esteve na sede da empresa GFD Investimentos usada pelo doleiro no esquema de lavagem de dinheiro.
 
Vaccari, conselheiro da Itaipu Binacional, admitiu conhecer Youssef, disse que foi ao local para encontrá-lo, mas que ele não estava. O petista só não explicou o motivo pelo qual ele foi procurar o doleiro.
 

 

Última atualização em Sex, 15 de Agosto de 2014 09:26
 
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