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Edição 409 - JULHO 2014
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Dinheiro público financia o pedágio de candidato à senador de Requião PDF Imprimir E-mail
Escrito por O Paraná   
Sáb, 19 de Julho de 2014 13:14

 

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Marcelo Almeida (PMDB), senador na chapa de Roberto Requião (PMDB), é o candidato mais rico do país com um patrimônio de R$ 730 milhões. Pois bem, Almeida controla duas concessionárias de pedágio - Ecovia e Ecocataratas - e uma delas teve lucro de R$ 43,3 milhões em 2013, somente no trecho entre Cascavel e Foz do Iguaçu. Com toda essa dinheirama e lucro, a Ecocataratas pediu empréstimo do BNDES, de R$ 581,6 mil, para compra de novas equipamentos. O empréstimo foi aprovado e liberado. As informações são d'O Paraná. Veja a seguir a matéria na íntegra.

"Apesar dos lucros altíssimos, de R$ 43.428.656,87, apurados no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013 pela concessionária Ecocataratas, ainda será preciso utilizar dinheiro público para a aquisição de novos equipamentos. A empresa recentemente obteve um empréstimo de R$ 581.600.00 para a aquisição de novos equipamentos. O crédito foi liberado a partir de um financiamento pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Conforme a ata da assembleia geral ordinária lavrada em 03 de junho deste ano, por unanimidade e sem reservas, os acionistas aprovaram o empréstimo. 

O valor do lucro líquido foi divulgado a partir de uma publicação da ata de assembleia geral ordinária da Concessionária Ecocataratas ? empresa responsável pela BR-277, no trecho que liga Cascavel a Foz do Iguaçu. Segundo a publicação, o valor total seria dividido em duas situações. A primeira delas dá referência a disposição de recursos para constituição de Reserva Legal, no montante de R$ 2.171.432,84. O restante, que totaliza R$ 41. 257.224,03, será distribuído como dividendos. Destes R$ 41 milhões, pouco mais de R$ 13 milhões constituirão a Reserva de Dividendos e conforme a publicação, "serão distribuídos oportunamente aos acionistas, mediante deliberação do Conselho de Administração". 

A assessoria da Concessionária Ecocataratas informou que a decisão de efetuar um empréstimo é comum e é feita pelos acionistas. Para liberá-lo é necessária a autorização de todos. Além disso, relatou que não possui detalhes sobre a possível utilização do lucro de mais de R$ 43 milhões para adquirir equipamentos e maquinários novos, e que o uso desse dinheiro para este fim também é decidido pelos acionistas."

 

Última atualização em Sáb, 19 de Julho de 2014 13:28
 
Governo pró-imperialista de Kiev e a CIA tentaram atingir avião de Putin e acabaram matando civis PDF Imprimir E-mail
Escrito por LBI-QI - Diario Liberdade   
Sex, 18 de Julho de 2014 16:10

putin aviao

A derrubada do Boeing da Malaysia Airlines, atingido por um míssil quando cruzava o espaço aéreo da Ucrânia fez parte de uma operação militar da CIA que pretendia assassinar o presidente russo Vladimir Putin. 

A comitiva estatal russa retornava de uma viagem ao Brasil, onde consolidou politicamente o bloco dos BRICS com a criação de um banco de fomento gerando a ira do FMI, quando atravessou o céu da Ucrânia uma hora depois do avião civil que partiu da Holanda para a Malásia. O serviço secreto russo não divulgou previamente a rota do moderno avião de Putin, que está equipado com baterias antimíssil, mas há suspeitas de infiltração da CIA na delegação russa, o que não é propriamente uma "novidade". A frota aérea da comitiva estatal de Putin dispõe de dois aviões idênticos e nunca é divulgado em que aeronave o presidente embarcará, esta prática de segurança é a mesma utilizada pelo governo ianque há várias décadas, como o espaço de tempo entre os dois jatos é de cerca de meia hora especula-se que o Boeing da Malaysia se "meteu" na mira dos terroristas da CIA exatamente neste interregno.
Uma reportagem da agência de notícias "Russia Today" traz a declaração de uma fonte da Aviação da Rússia que pediu para não ser identificada: "Posso dizer que o avião presidencial e o Boeing de Malaysia Airlines cruzaram o mesmo ponto e o mesmo corredor. Isto ocorreu perto de Varsóvia a uma altitude de 10.100 metros. O avião presidencial estava no local às 16h21 (hora local) e o avião da Malaysia Airlines às 15h44 (hora local)", declarou o funcionário do departamento de defesa russo. A tragédia causou a morte de 295 pessoas de várias nacionalidades que estavam a bordo do Boeing , e para se livrar de sua responsabilidade no covarde atentado o governo fascista de Kiev, cúmplice da CIA, quer colocar nas costas dos rebeldes pró-russos o ônus do desastre. Não por coincidência, no dia anterior Obama, baseado em um relatório da CIA que acusava o governo de Moscou de ampliar a ajuda militar aos separatistas ucranianos, anunciava várias sanções econômicas contra Putin e empresas russas.
Na verdade, o maior temor neste momento da Casa Branca é que Putin interfira na crise do Oriente Médio, sinalizando ao Irã que apoiará uma ação dos Aiatolás contra o genocídio sionista em curso contra o povo palestino. O Irã já declarou que precisaria do respaldo russo para atacar Israel ou mesmo fornecer armamento pesado para que o Hamas possa fazer frente à ofensiva sionista. Putin neste momento é a peça chave no explosivo cenário do Oriente Médio, que poderá inclusive deflagrar um conflito atômico entre as forças militares de Israel e o Irã. Depois do vergonhoso recuo na guerra civil da Ucrânia, o governo russo estava sendo pressionado por setores "ortodoxos" do antigo Exército Vermelho, a intervir junto aos países árabes (Irã, Síria e Líbano) contra a sangrenta investida do nazi Netanyahu, mas a CIA não poderia nem admitir esta possibilidade. Com o pragmatismo dos falcões do Pentágono "dando as cartas" em Washington o mais próximo da realidade, mais além das ficções conspirativas, é que a CIA tenha planejado o atentado contra Putin há algum tempo, encontrando no retorno da comitiva russa do Brasil o melhor momento.
É evidente que diante da "imprecisão" terrorista da CIA a "carga" midiática das consequências da trágica derrubada do Boeing recairá sobre os ombros do bloco russo, seja na forma dos rebeldes anti-Kiev ou do próprio Kremlin. Ainda não há uma posição oficial do governo ucraniano acerca dos motivos da queda do avião, existem duas possibilidades: A primeira é de que atribua a uma sabotagem interna realizada no interior da própria aeronave e a segunda é de que o desastre teria sido provocado por foguetes lançados desde o solo. Nas duas variantes a "inocência" da CIA sempre será preservada pelos guardiães da mídia "Murdochiana" internacional.
A grande "comoção" mundial gerada pela tragédia, levando a morte de centenas de civis, acuará ainda mais o vacilante governo Putin a abandonar completamente o combate contra os fascistas de "Maidan". Porém, o objetivo central da Casa Branca neste momento é atar as mãos de Moscou diante da invasão terrestre do gendarme de Israel sobre a faixa de Gaza. Sem o suporte militar e político da Rússia dificilmente os governos islâmicos teriam condições de enfrentar o poderio bélico sionista e a cobertura diplomática de Obama em apoio aos crimes hediondos de Tel Aviv.
Não será a primeira vez que a CIA e o Pentágono utilizam a derrubada de aviões civis para provocar conflitos militares. A hipótese da derrubada da aeronave interessar aos separatistas é tão ridícula que nem merece ser comentada. Em 1983 os EUA "orientaram" uma aeronave civil coreana a sobrevoar um espaço aéreo fechado da antiga URSS, levando a sua queda e morte de centenas de inocentes. Provocações de menor escala são frequentes no roteiro sinistro da CIA, sempre criminalizando forças políticas que se opõe a hegemonia ianque sobre o planeta. Longe de qualquer manobra distracionista do imperialismo que visa com este "acidente" criar uma cortina mundial de fumaça diante do genocídio do povo palestino, a tarefa central dos revolucionários nesta conjuntura é convocar todas as correntes e governos antissionistas a prestar apoio efetivo, tanto no campo político e militar, à luta das massas palestinas.

 
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