santa-candida

abrigo-virtual

Edição 405 - ABRIL 2014
Clique na capa e aguarde o carregamento da página para começar sua leitura.

Banner

anuncio-aguaverde

Pesquisa

Do que nosso bairro mais precisa?
 

twitter-sigaface-siga

siga-nos

AGORA ONLINE

Nós temos 1 visitante online

Visitas

Visualizações de Conteúdo : 1002596
Os 1% de privilegiados, com o apoio dos EUA, querem derrubar o governo legal PDF Imprimir E-mail
Escrito por Nicolás Maduro, presidente da República Bolivariana da Venezuela   
Sex, 04 de Abril de 2014 20:34

maduro 16

por Nicolás Maduro [*]

Os recentes protestos na Venezuela chamaram a atenção da comunidade internacional. Grande parte da cobertura nos meios de comunicação internacional distorceu a realidade do meu país e os fatos da atualidade. 

Nós os venezuelanos nos sentimos orgulhosos da nossa democracia. Construímos um movimento democrático e participativo a partir da base que assegurou que tanto o poder como os recursos sejam distribuídos de maneira equitativa para o nosso povo. 
Segundo as Nações Unidas e o Banco Mundial, a Venezuela reduziu consistentemente a desigualdade, transformando-se de um dos países mais desiguais da América Latina em 1998 para converter-se no país menos desigual da América Latina de hoje. Reduzimos a pobreza enormemente – de 29 por cento em 1998 para 19,6 por cento em 2013. A pobreza extrema diminuiu no mesmo período, passando de 21,5% para 6,5%. 
Também criamos emblemáticos programas sociais de saúde e educação, gratuitos e acessíveis a todos os habitantes do nosso país. Conseguimos estas extraordinárias façanhas sociais em grande parte através da redistribuição e da utilização dos rendimentos procedentes do petróleo venezuelano. 
Apesar de nossas políticas sociais terem melhorado a vida sobretudo dos cidadãos, o governo também enfrentou sérios problemas econômicos nos últimos 16 meses, incluindo a inflação e a escassez de alguns produtos básicos. Continuamos a conseguir soluções através de um certo número de medidas, incluindo um novo sistema de câmbio de divisas que já reduziu a inflação durante as últimas semanas e também através da monitorização de empresas para assegurar que não estão a especular ou açambarcar produtos. 
Adicionalmente, a Venezuela sofreu com uma alta taxa de crime que estamos a combater diretamente através da criação de um novo corpo de polícia nacional, fortalecendo a cooperação entre as comunidades e a polícia e pela reforma do nosso sistema penitenciário.
Desde 1998, o movimento fundado por Hugo Chávez ganhou 18 eleições presidenciais, parlamentares e locais através de um processo eleitoral que o ex-presidente estado-unidense Jimmy Carter chamou "o melhor do mundo". Mais recentemente, nosso partido, o Partido Socialista da Venezuela, conseguiu uma maioria esmagadora nas eleições para presidentes de municipalidades em Dezembro de 2013, ganhando em 255 de 335 municípios.
A participação popular na política na Venezuela aumentou dramaticamente na última década. Como ex-sindicalista, creio profundamente no direito de associação e no dever cívico de manifestar preocupações legítimas através do protesto pacífico a fim de garantir que a justiça prevaleça. 
Estes factos desmentem afirmações feitas por alguns políticos nos EUA, e por grande parte dos meios de comunicação, alegando que a Venezuela tem um défice de democracia e que os protestos atuais representam o sentimento da maioria. Pelo contrário, a maior parte dos protestos contra o governo estão a ser levados a cabo pelos sectores mais ricos da sociedade que se opõem e tentam reverter os êxitos do processo revolucionário que beneficiaram a imensa maioria do povo venezuelano. 
Manifestantes anti-governamentais atacaram fisicamente e fizeram danos a clínicas públicas de saúde, queimaram uma universidade pública no estado de Táchira e lançaram bombas molotov e pedras a autocarros do transporte público com passageiros a bordo. Também atacaram instituições públicas, atirando pedras e tochas nos gabinetes do Tribunal Supremo de Justiça, na empresa pública de telefonia CANTV e no gabinete da Procuradoria-Geral. Estas acções violentas causaram milhares de milhões de dólares em prejuízos. É por isto que os protestos não receberam nenhum apoio nos bairros pobres e da classe operária. 
Os manifestantes têm um só objectivo: o derrube inconstitucional do governo eleito democraticamente. Os líderes anti-governamentais deixaram-no claro quando lançaram a campanha em Janeiro, comprometendo-se a "criar caos nas ruas". As pessoas que têm preocupações e críticas legítimas sobre a economia ou a insegurança que merecem ser discutidas, por desgraça estão a ser ultrapassadas por líderes da oposição com uma agenda anti-democrática e violenta. 
Depois de dois meses, 36 pessoas foram assassinadas. Os manifestantes são diretamente responsáveis por mais da metade das vítimas mortais. Seis membros da Guarda Nacional foram assassinados; outros cidadãos foram assassinados ao tentar eliminar os obstáculos colocados pelos manifestantes para bloquear o trânsito. 
Uma pequena minoria de funcionários das forças de segurança também participou nos actos violentos e em consequência morreram várias pessoas. Estes são acontecimentos ilegais e lamentáveis e o governo venezuelano respondeu prendendo-os. 
Criamos um Conselho de Direitos Humanos para investigar todos os incidentes relacionados com estas promessas. Cada vítima merece justiça e cada autor – seja um defensor ou um opositor ao governo – terá que prestar contas por suas acções. 
Nos EUA, estes acontecimentos foram representados de uma maneira diferente e os manifestantes são amplamente descritos como "pacíficos", enquanto dizem que o governo é violento e repressivo. Esta narrativa apresenta o governo dos EUA ao lado do povo da Venezuela, quando na realidade o governo dos EUA está ao lado dos 1% que quer arrastar nosso país novamente a uma época em os 99% eram excluídos da vida política e só a elite, incluindo as empresas dos EUA, se beneficiava com o petróleo da Venezuela. 
Não esqueçamos que alguns dos que apoiaram o derrube ilegal do governo democraticamente eleito da Venezuela no ano de 2002 estão a liderar os protestos de hoje. Os envolvidos no golpe de 2002 dissolveram imediatamente o Tribunal Supremo de Justiça, a Assembleia Nacional e descartaram a Constituição. Hoje, aqueles que incitam à violência ou tentar executar ações inconstitucionais parecidas devem ser submetidos ao sistema judicial. 
O governo estado-unidense apoiou o golpe de 2002 e de imediato reconheceu o governo golpista apesar do seu comportamento anti-democrático. Hoje em dia, o governo de Obama gasta mais de US$5 milhões por ano para apoiar os movimentos de oposição na Venezuela. Um projecto de lei para um adicional de US$15 milhões para estas organizações anti-governo encontra-se agora no Congresso. 
Atualmente, o Congresso dos EUA está a decidir se imporá sanções para castigar a Venezuela; sanções acabariam por afectar os sectores mais pobres da nossa nação. Espero que o povo estado-unidense, conhecendo a verdade, exprima que a Venezuela e seu povo não merecem tal castigo e chamem seus líderes políticos para que se abstenham de tais sanções. 
Agora é um momento para o diálogo e a diplomacia. Na Venezuela, estendemos a mão à oposição. Também aceitámos as recomendações da União de Nações da América do Sul para que participem como testemunhas do diálogo com a oposição. 
Também fizemos uma apelo público ao presidente Barack Obama, exprimindo nosso desejo de intercambiar embaixadores novamente. Esperemos que a sua administração, tal como os elementos menos radicais da oposição interna na Venezuela, responde de maneira recíproca.
A Venezuela necessita paz. A Venezuela necessita o diálogo e a Venezuela tem que continuar em frente. Damos as boas vindas a qualquer pessoa que sinceramente queira ajudar a alcançar estes objetivos.
• Um apelo à paz vindo da Venezuela pode ser lido em inglês aqui, no sítio web do New York Times. 

[*] Presidente da República Bolivariana da Venezuela.

Artigo publicado no New York Times. 

 
Segurança será reforçada no evento Copa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Coordenação da Copa no Paraná   
Sex, 04 de Abril de 2014 09:00

copa segurança 3

Na reunião da Câmara Temática de Segurança da coordenação geral da Copa do Mundo 2014 no Paraná, realizada nesta quinta-feira (03), um dos temas discutidos foi o número de efetivos de cada área da segurança para o evento Copa. Cerca de oito mil policiais estarão atuando para dar tranquilidade aos turistas, membros das seleções e população local.

Serão 1300 veículos, 290 motos, 08 embarcações e 03 aeronaves, além dos Vants e Drones, veículos não tripulados, que também ajudarão na segurança no Paraná. O Exército estará preparado com uma força de contingência com pelo menos quatro mil homens.

Um dos pontos marcantes desta ação de segurança na Copa é a integração. “Sem dúvida alguma, a grande contribuição neste projeto é a integração de todos os entes envolvidos, entre eles agências municipais, estaduais e federais”, destacou o coordenador geral da Copa no Paraná, Mario Celso Cunha.

copa segurança 4

O coronel Milton Fadel Junior, presidente da Câmara Temática de Segurança, é também o coordenador do planejamento operacional da Copa pela Polícia Militar do Paraná. “Já estamos com os procedimentos prontos para o emprego da Corporação neste megaevento que é a Copa do Mundo, além dos eventos antecedentes, concomitantes e subsequentes”, disse Fadel. “Existe uma sala de situação, onde todo o cronograma é avaliado diariamente e colocado em prática dentro dos protocolos já definidos”, informou o coronel, ressaltando que “estamos caminhando para uma sintonia fina, para realizar tudo o que foi planejado, principalmente pela competência de todos os envolvidos, nos dando tranquilidade para afirmar que estamos no caminho certo”.

Membro do CESIR – Comitê Executivo de Segurança Integrada Regional e coordenador-geral do CDA (Comando de Defesa de Área), o brigadeiro do ar Roberto Carvalho participou da reunião e definiu como positiva. “Vejo no Paraná uma integração muito forte, e em todas as experiências que tenho vivido aqui percebo a perfeita união das áreas de segurança”.

A partir da próxima semana a equipe de planejamento de segurança para a Copa estará assumindo o controle do CICCR, no prédio da secretaria de Segurança Pública. “A Câmara Temática da secopa estadual estará migrando para dentro da Coesge, onde teremos reuniões semanais”, disse o presidente da Comissão Estadual da Segurança Pública e Defesa Civil para Grandes Eventos (Coesge/PR), Flúvio Cardinelle Garcia. Ele lembrou que a partir do dia 22 de maio a operação passa a atuar juntamente com a FIFA, que será a operadora do estádio. “Tenho certeza que o Paraná entrará para a história como exemplo de segurança na Copa do Mundo”, finalizou Garcia.

O vereador Paulo Rink destacou o trabalho integrado que está feito e anunciou a decisão da Câmara Municipal de Curitiba em manter ponto facultativo no período da Copa. “Vamos trabalhar com uma escala de horários que possa beneficiar os turistas e o comércio”, disse Rink. “O período escolar estará em pausa nestes dias, o que ajudará na mobilidade da cidade”, concluiu.

Falaram também o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Juceli Simiano Junior; o coronel René Witek, da segurança municipal; o vereador Chico do Uberaba; a presidente da Câmara Temática da Transparência, Célia Batista; o gerente de sede do COL/FIFA, Mark Pinheiro; o assessor técnico da Celepar, Adão Pedroso e o vice-presidente da Câmara Temática de Segurança, major Adilson Luiz Correia dos Santos.

A equipe do BOPE, sob o comando do tenente coronel Washington Lee Abe, recebeu os novos equipamentos para o Esquadrão Antibombas, que são: robô antibombas, aparelho de radio-x, escudo para trabalho com explosivos, detector de agentes químicos, tenda de contenção com gerador de espuma e kits de remoção. O material já está pronto para ser aplicado.

Ficou definido que a Central de Escoltas vai contar com motociclistas do Bptran, da Polícia Militar, da Polícia Rodoviária Federal, Guarda Municipal de Curitiba e Guarda Municipal de São José dos Pinhais. Segundo protocolos da Coesge e da FIFA, deverão estar preparados para escoltar delegações, árbitros, Vips, equipes do COL e FIFA, além de Chefes-de-Estado. Haverá também uma equipe de batedores da Polícia do Exército à disposição.

Participaram da reunião da Câmara Temática de Segurança representantes das seguintes entidades: Corpo de Bombeiros, secretaria de Estado da Segurança Pública, Abin, Cindacta II, CDA, Coesge/PR, Guarda Municipal, Prefeitura Municipal de Curitiba, Câmara Municipal de Curitiba, Casa Civil, Defesa Civil, Celepar, Polícia Civil, Polícia Federal, COL/FIFA e Associação Comercial do Paraná.

Fotos: José Gomercindo

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 5 de 285

chop-em-casa

jav-separador

         twitter-siga-footerface-footer
Copyright © 2010-2013 Jornal Água Verde. Todos os direitos reservados.
Abrigo Virtual