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O Brasil refém da corrupção PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Sex, 10 de Outubro de 2014 10:24

corrupção 2

Políticos corruptos teriam trancado a pauta do Congresso por 90 dias para exigir nomeação de cúmplice no esquema de corrupção na Petrobras

O depoimento prestado à Justiça Federal pelo doleiro Alberto Youssef, segundo o qual o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa foi empossado no cargo, em 2004, após o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ceder à pressão de "agentes políticos" ligados ao esquema, depois da maioria dos políticos trancarem a pauta do Congresso por 90 dias, é, no mínimo, estarrecedora.

"Na época o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou louco, teve que ceder e realmente empossar o Paulo Roberto Costa", completou o doleiro.

Estas palavras do ex-diretor da Petrobras revelam que o Brasil é refém da corrupção, e que o preço da governabilidade é a corrupção.

Ainda durante o depoimento, o operador do esquema disse que havia reuniões entre ele, Paulo Roberto Costa, representantes de empreiteiras e "agentes políticos" - Youssef não citou nomes. Essas reuniões, segundo ele, eram registradas em atas. "Nós participávamos de reuniões, no caso ou em hotéis no Rio ou em hotéis em São Paulo, ou na própria casa -vamos falar- do agente político, que primeiramente comandava esse assunto através da área de Abastecimento", disse. Os assuntos tratados nessas reuniões eram valores de contratos e combinação de resultados em licitações, sempre de acordo com o depoimento do doleiro.

Costa e Youssef fizeram acordo de delação premiada e prestaram depoimento à Justiça Federal nesta semana. Deflagrada em março pela Polícia Federal, a Operação Lava Jato descobriu uma ação que movimentou estimados R$ 10 bilhões. Segundo a PF, uma "organização criminosa" atuava dentro da empresa.

No depoimento, Youssef disse também que o esquema de corrupção tinha agentes públicos "mais elevados" que Costa. Tanto Costa como Youssef disseram que o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto (Conselheiro da Binacional Itaipu), intermediava os recursos desviados de obras da estatal para o PT. Outras siglas beneficiadas no esquema seriam o PP e o PMDB.

As principais construtoras e empreiteiras do país (que contratam milhares de trabalhadores e constroem as principais obras) foram denunciadas por pagar propinas a um esquema de corrupção de políticos de diversas siglas. Ora, se não pagam a propina, as construtoras e empreiteiras não recebem obras do governo, disse o doleiro que está preso.

“Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou, são 300 picaretas com anel de doutor", denunciou anos atrás o cantor Herbert Viana na música "Luiz Inácio (300 Picaretas)".

 
O preconceito contra os nordestinos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Revista Forum   
Ter, 07 de Outubro de 2014 08:51

racismo e

Com o resultado das eleições presidenciais no 1º turno, uma onda de comentários racistas tomou conta das redes sociais. O tumblr Esses Nordestinos reuniu posts do Twitter repletos de ódio e discriminação vindos de eleitores de outras regiões do Brasil. Eles associam os votos dados à candidata Dilma Rousseff (PT) aos programas sociais promovidos pelo governo federal no Nordeste do país.

“Esses nordestinos pobres acham que a Dilma vai aumentar o Bolsa Família deles”, disse uma internauta. “Espero que nunca mais chova lá, seca para sempre”, afirmou outra. “Por mim, separa o Nordeste do Brasil” foi também uma das frases preconceituosas divulgadas pelo tumblr.

Em 2010, a estudante de direito Mayara Petruso foi condenada a um ano e cinco meses de prisão por mensagens como essas, na época das eleições. A pena, no entanto, foi convertida em prestação de serviços comunitários e pagamento de multa.

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou a estudante por crime de discriminação ou preconceito de procedência nacional, com base no artigo 20 da Lei nº 7.716/89. Ela apoiava o candidato José Serra (PSDB) e publicou as ofensas ao criticar a vitória de Dilma Rousseff (PT) na disputa à Presidência. “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”, escreveu.

 
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