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Nova fase da operação Lava Jato mira operadores do PMDB PDF Imprimir E-mail
Escrito por ASCOM MP PR   
Qui, 23 de Fevereiro de 2017 09:30

pmdb policia

Mandados de busca e apreensão e prisões preventivas foram expedidos a pedido da Força-tarefa do MPF-PR e são cumpridos na manhã desta quinta-feira, 23 de fevereiro

A pedido da Força-tarefa do Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR), a Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, 23 de fevereiro, a 38.ª fase da Operação Lava Jato, com o cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão expedidos pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba. Os alvos principais são dois investigados por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, suspeitos de intermediar propina de forma profissional e reiterada na diretoria Internacional da Petrobras, com atuação também nas diretorias de Serviço e Abastecimento da estatal. O cumprimento dos mandados está sendo realizado no estado do Rio de Janeiro.

Os pedidos protocolados pela Força-tarefa em Curitiba tiveram como base principal os depoimentos de colaborações premiadas reforçados pela apresentação de informações documentais, além de provas levantadas por intermédio de cooperação jurídica internacional. De acordo com o MPF-PR, os dois alvos das prisões desta quinta-feira são suspeitos de utilizar contas no exterior para fazer repasse de propinas a agentes públicos. Entre os contratos da diretoria Internacional, os alvos são suspeitos de intermediar propinas na compra dos navios-sonda Petrobras 10.000 e Vitória 10.000; na operação do navio sonda Vitoria 10.000 e na venda, pela Petrobras, da Transener para a empresa Eletroengenharia.

Além disso, esporadicamente os investigados atuavam também em outras diretorias da Petrobras. Na área de Abastecimento, as investigações identificaram a participação deles na intermediação de propinas no contrato de aluguel do terminal de tancagem celebrado entre a Petrobras e a empresa Trafigura, e no contrato de fornecimento de asfalto com a empresa Sargent Marine. Também foi identificada atuação dos investigados no pagamento de propinas para Pedro Barusco, ex-gerente da diretoria de Serviços, decorrente de contratos celebrados com a empresa Sete Brasil para exploração do pré-sal.

Para realização dos pagamentos de propina de forma dissimulada, os alvos desta nova fase utilizavam contas de empresas offshores no exterior. No decorrer das investigações foram identificados pagamentos em contas na Suíça e na Bahamas.

Conforme o procurador da República e integrante da Força-tarefa Lava Jato do MPF-PR, Diogo Castor de Mattos, ``as prisões foram decretadas para garantia de ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, tendo em conta a notícia que os investigados se evadiram recentemente para o exterior, possuindo inclusive dupla nacionalidade´´.

Na decisão em autoriza a deflagração desta fase, o juiz federal Sérgio Moro destacou que “o caráter serial dos crimes, com intermediação reiterada de pagamento de vantagem indevida a diversos agentes públicos, pelo menos dois diretores e dois gerentes da Petrobrás, em pelo menos cinco contratos diferentes da Petrobrás, aliada à duração da prática delitiva por anos e a sofisticação das condutas delitivas, com utilização de contas secretas em nome de off-shores no exterior (cinco já identificadas, sendo quatro comprovadamente utilizadas para repasses de propinas), é indicativo de atuação criminal profissional”.

Ainda em seu despacho, o magistrado reforçou que, caso confirmada a evasão dos investigados para o exterior, em virtude dos alvos terem dupla nacionalidade, seja realizada a inclusão do nome dos investigados no rol de foragidos internacionais da Interpol.

 

Última atualização em Qui, 23 de Fevereiro de 2017 09:58
 
Grito de Carnaval abre as comemorações municipais PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agência de Notícias da Prefeitura Municipal de Curitiba   
Qui, 23 de Fevereiro de 2017 09:24

greca samba

Integrantes de escolas de samba e o prefeito Rafael Greca abriram nesta quarta-feira as comemorações do carnaval 2017. O Grito de Carnaval, evento que antecede os festejos, aconteceu na sede da Prefeitura com a presença dos integrantes das escolas de samba Imperatriz da Liberdade, Acadêmicos da Realeza, Mocidade Azul, Império Real de Colombo e Os Internautas.

Neste ano, os desfiles acontecem no sábado (25) na avenida Marechal Deodoro e na segunda (27) e terça-feira (28), na Rua da Cidadania do Bairro Novo.

O prefeito disse que as dívidas herdadas da gestão passada, de R$ 1,2 bilhão, comprometeram os repasses para o Carnaval 2017. “Assumimos a Prefeitura endividada e tivemos que fazer uma reengenharia. Por isto, nesse ano, o carnaval vai ser o suficiente, mas, no ano que vem, será muito melhor", garantiu Greca.

Durante o Grito de Carnaval, os representantes da escola de samba levaram sugestões para o carnaval de 2018. Uma das propostas é que haja programações permanentes ao longo do ano, não somente nos dias de carnaval.

Os carnavalescos sugeriram ao prefeito que fossem feitas alterações na Lei Municipal de Cultura, criados um fundo para transferência de recursos e alteradas emendas parlamentares na Câmara. Greca também propôs a inclusão incentivo ao carnaval na Linha do Conhecimento: "Podemos incluir a disciplina de Samba e Carnaval nas atividades da Linha do Conhecimento. Com aula de música, dança, confecção de trajes e adereços”, ressaltou. 

Para o diretor de Harmonia da Escola de Samba Acadêmicos da Realeza, Renato Lepinski, o apoio e visão cultural da Prefeitura são fundamentais para as escolas de samba. "Entendemos a situação financeira pela qual passa a Prefeitura. Mas estamos animados com a perspectiva de fazer um bom carnaval", disse.

Participaram da reunião o líder do Governo na Câmara Municipal de Curitiba, vereador Pier Petruzziello, o presidente da Fundação Cultural de Curitiba e secretário de Comunicação Social, Marcelo Cattani, o diretor de Ação Cultural da FCC, Beto Lanza, o presidente da Comissão de Carnaval da FCC, Jaciel Teixeira, e o carnavalesco Glauco Souza Lobo. 

 

 
Cida Borghetti pede a Temer agilidade na liberação de empréstimos internacionais ao Paraná PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agencia de Notícias do Paraná   
Qui, 23 de Fevereiro de 2017 09:21

cida temer

A governadora em exercício, Cida Borghetti, reuniu-se com o presidente Michel Temer, nesta quarta-feira em Brasília, para pedir celeridade na análise dos empréstimos internacionais solicitados pelo Estado junto ao Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID). A Secretaria do Tesouro Nacional é responsável pelo aval da documentação que prevê financiamentos para as áreas de segurança, infraestrutura urbana e viária. 

“O Paraná já recebeu a primeira liberação dos recursos internacionais direcionados à segurança pública. Porém, ainda existem outros financiamentos que requerem o aval da Governo Federal. Destacamos ao presidente Michel Temer a condição financeira do Paraná frente aos outros estados e por isso pedimos a agilidade no processo”, disse. 

A governadora em exercício disse ainda que o presidente Michel Temer afirmou que priorizará o pedido do Paraná para que a liberação total do financiamento seja concluída. “O presidente acatou a solicitação de uma forma muito positiva e garantiu atenção especial para acelerar o processo. Temer tem administrado o Brasil com responsabilidade, principalmente nas ações que envolvem infraestrutura, saúde, habitação, mas especialmente na atenção à criança”, declarou Cida. 

EMPRÉSTIMOS - O primeiro financiamento, já liberado pelo BID, foi para o fortalecimento do programa Paraná Seguro, que visa reduzir os níveis de violência e criminalidade em Curitiba, Região Metropolitana e municípios da tríplice fronteira. Foram contratados recursos, em janeiro deste ano, no valor de R$ 215 milhões, que serão utilizados para a construção de novas delegacias cidadãs, compra de novas viaturas e cursos de qualificação para os policiais. 

O Paraná também financiou recursos para Paraná Urbano III, programa que prevê pavimentações asfálticas, recape de estradas, urbanização de vias urbanas e construções de escolas. E aguarda a liberação desta e de outras operações a serem usadas para melhoria de estradas e os sistemas de movimentação de cargas. Os financiamentos juntos somam R$ 1,5 bilhão. 

PRESENÇAS- Os deputados federais da bancada paranaense Luiz Nishimori, Toninho Wandscheer e Sergio Souza também participaram da audiência com o Presidente.

 

 

 
Saneamento abandonado – artigo de Marcello Richa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcello Richa é presidente do Instituto Teotônio Vilela do Paraná (ITV-PR)   
Qui, 23 de Fevereiro de 2017 09:16

marcello 4

Todas as políticas públicas atuam em conjunto e seu funcionamento pleno depende de avanços contínuos em diferentes frentes para alcançarmos índices positivos que permitam a melhoria da qualidade de vida da população. Apesar disso, é comum que determinados setores (geralmente de maior visibilidade) recebam maior atenção enquanto outros são deixados de lado, mesmo que possuam importância fundamental para as comunidades. Um exemplo claro disso é o abandono do saneamento básico no país.

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) indicam que o abastecimento de água no país, em 2015, era de 83,3%, enquanto o esgoto tratado alcançava apenas 42,7% e a coleta de esgoto é disponível apenas para 50,3% da população. A situação é tão alarmante que levou o Brasil a ficar na 112ª posição entre 200 países no ranking de saneamento básico realizado pelo Instituto Trata Brasil em 2014. Entre os países da América Latina, somos o 10º, atrás de Equador, Venezuela, Peru e Bolívia.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada R$ 1 investido em saneamento representa uma economia de R$ 4 em saúde. Não é difícil entender a lógica, uma vez que a falta de saneamento foi indicado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das principais causadoras do surto do vírus Zica no país, enquanto o Ministério da Saúde registrou mais de 340 mil internações por infecções gastrintestinais no último Censo, com um gasto estimado de R$ 355,71 por pacientes para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Os dados pioram quando analisamos exclusivamente a cobertura da rede de esgoto do país, onde apenas quatro estados (São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro) e o Distrito Federal possuem índices acima de 60%, enquanto outros cinco estados não alcançam sequer 10% (Piauí, Amazonas, Pará, Roraima e Amapá).

De 2007 a 2015 o crescimento da cobertura da rede de esgoto foi de apenas 8,3%. Enquanto estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Bahia realizaram os maiores investimentos em saneamento básico do país nos últimos três anos, com cerca de 63% do total, os que possuem a menor cobertura, e deveriam investir mais, representaram apenas 1,7% do investimento no setor.

Em 2011 o Paraná possuía uma cobertura de esgoto tratado de 58% e em 2017, de acordo com dados da Sanepar, o índice já está em 70%, um avanço muito superior a média nacional em quase metade do tempo. Obviamente ainda existe muito para aprimorar, mas demonstra uma preocupação com um setor que ao longo dos anos tem recebido apenas descaso do poder público.

Infelizmente muitos políticos se prendem a grandes obras ou aportes em pastas que ganham maior divulgação e ignoram ações de menor visibilidade que realmente trariam um impacto positivo para as comunidades e, consequentemente, melhorariam os índices em outros setores como turismo, educação, trabalho e meio ambiente. É inconcebível um país falar de avanços estruturais quando enfrentamos problemas primários de saneamento, dificuldades que deveriam ter sido solucionadas no século passado e ainda hoje não recebem a devida atenção e investimento.

Marcello Richa é presidente do Instituto Teotônio Vilela do Paraná (ITV-PR)

 

 

 
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