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Polícia descobre “gatos” em barracão dos Correios na Grande Curitiba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Portal Paraná   
Dom, 07 de Fevereiro de 2016 08:28

barracao correio

Um barracão utilizado pelos Correios em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, usava energia furtada em nove das dez divisões. O prejuízo estimado pela Copel é de R$ 1 milhão. Um inquérito para apurar a suspeita foi aberto na Delegacia de Furtos e Roubo. Os policiais estavam acompanhados de peritos do Instituto e Criminalística e confirmaram as irregularidades. A luz do local foi cortada. As informações são do Portal Paraná.

As investigações iniciaram há três meses através de uma denúncia da própria Copel que desconfiou do local por consumir um valor baixo de energia.

Segundo o delegado-titular da DFR, Rafael Vianna, a Copel começou a desconfiar dos valores baixos na conta mensal. “Era muito a baixo o valor que todo o centro estava pagando, praticamente o mesmo valor de uso de uma residência, o que obviamente não batia com o tamanho do local. A Copel ainda não levantou o prejuízo, mas pode chegar a R$ 1 milhão”, afirmou Vianna.

As investigações continuam para esclarecer o caso. Seis pessoas – entre elas diretores e funcionários da empresa locatária e dos Correios – foram até a delegacia para auxiliar nas diligências.

 

 
Ex-presidente da Associação de Delegados da PF diz que há “guerra ao PT” PDF Imprimir E-mail
Escrito por Carlos Eduardo - O Cafezinho   
Sáb, 06 de Fevereiro de 2016 07:35

lava jato 4

“Eu não acho que exista um combate à corrupção, existe uma guerra declarada ao Partido dos Trabalhadores”.

Quem diz a frase,  dita com a ressalva de que “não sou PT”  e “não gosto de muita coisa no PT” é o delegado aposentado Armando Coelho Neto, ex-presidente da Associação de Delegados da Polícia Federal.

A entrevista, ao veterano colega Humberto Mesquita (ex-RealidadeTupi  e SBT), é impressionante, porque é dada por quem não apenas conhece a corporação como porque historia fatos. E que evita, por consciência do que deve ser o comportamento de uma autoridade policial, evita qualquer afirmação leviana contra qualquer pessoa.

Um deles é a descrição de como se tomou o depoimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: com absoluta discrição e sem qualquer tipo de constrangimento, como deve ser a colaboração com a apuração de crimes.

Outro, a denúncia sobre o desvirtuamento da Operação Zelotes, que apura sonegação – e, portanto, desvio  de dinheiro público – em volume maior do que a Lava Jato e foi transformada em “Operação Filho do Lula”, por uma suspeita que, além de frágil, é absolutamente lateral ao cerne do que se fez: formar-se um esquema de quadrilha dentro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.

O delegado Armando já havia sido mencionado aqui, por conta de um dos ótimos posts de Marcelo Auler, reporter que conhece a área e que é testemunha do comportamento deste policial.

Que parece mesmo alguém mais preocupado em ser equilibrado do que um leviano e  exibido.

Ver: https://youtu.be/jYUozI5gV8k

 

 
Paraná usa tecnologia pioneira para detectar dengue, zika e chikungunya PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agência de Notícias do Paraná   
Sex, 05 de Fevereiro de 2016 17:13

zica 11

A Secretaria de Estado da Saúde apresentou nesta sexta-feira (5) a nova tecnologia utilizada pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-PR) para o diagnóstico simultâneo de dengue, zika e chikungunya. Pioneiro no país, o Teste para Diagnóstico Molecular de Arboviroses Metodologia Multiplex, em uso desde o dia 3 de fevereiro, amplia a capacidade de análise do Lacen de 60 para 1.400 exames semanais. 

“A possibilidade de detectar simultaneamente os três vírus é uma iniciativa pioneira no Brasil e só foi possível devido ao investimento contínuo do Governo do Paraná em tecnologia e ampliação do Parque Tecnológico do Laboratório Central do Estado”, disse o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto. Ele ressaltou o compromisso da equipe de profissionais do Lacen-PR em aplicar seus conhecimentos para qualificar o trabalho de desenvolvimento. 

O Parque Tecnológico de Biologia Molecular do Lacen recebeu mais de R$ 1 milhão em investimentos do Governo do Estado. Para o desenvolvimento da nova tecnologia apresentada nesta sexta-feira (05) foram aplicados cerca de R$ 500 mil em equipamentos de pipetagem, extração e amplificação. 

Segundo a coordenadora da equipe de Arbovirologia Molecular do Lacen-PR, Irina Riediger, esse teste se baseia no protocolo desenvolvido e validado pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC – Atlanta – EUA), que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde. 

“A metodologia Multiplex para diagnóstico simultâneo, desenvolvida no Lacen-PR já era usada para identificação dos vírus respiratórios em circulação no Paraná. Num momento em que o Estado enfrenta epidemia de dengue e com o surgimento de novos vírus em circulação adotamos o mesmo processo para as arboviroses (doenças virais transmitidas por insetos) e ganhamos em agilidade, redução de custos e processividade”, explica Irina. 

PROCESSO – Anteriormente as análises se baseavam na pesquisa direta do vírus, sendo necessário cultivá-los no laboratório para permitir sua identificação, o que levava até 40 dias, sendo que somente os laboratórios de referência nacional faziam os testes moleculares para chikungunya e zika. A partir de agora o Lacen-PR tem condições de analisar todas as amostras enviadas para as três doenças simultaneamente. 

A superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide Oliveira, explica que o período de 40 dias era necessário para a identificação de qual o sorotipo de dengue em circulação na região onde houve a infecção, mas a confirmação de diagnóstico de dengue já era feito em no máximo uma semana. 

“Para as equipes de epidemiologia é necessário saber qual o sorotipo de dengue e se há outros vírus em circulação. Com a resposta laboratorial mais rápida, a equipe de saúde pode aplicar o tratamento adequado ao paciente e desencadear bloqueio ao mosquito transmissor na região onde foi detectado o caso, eliminando criadouros para interromper a cadeia de transmissão”, diz Cleide. 

 

 
Cuba acusa EUA de introduzir dengue na ilha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Sputniknews   
Sex, 05 de Fevereiro de 2016 09:09

dengue 3

A revista cubana Bohemia, em circulação desde 1908, publicou estudos da Doutora em Ciências Rosmari Rodríguez, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical Pedro Kouri, revelando que, em 1981, os EUA introduziram em Cuba uma epidemia de dengue hemorrágica. Segundo a pesquisadora, esta epidemia resultou em 158 pessoas mortas, 101 delas crianças.

O artigo publicado pela revista, de autoria da pesquisadora Rosmari Rodríguez, destaca: “Primeira epidemia de dengue hemorrágica nas Américas, 1981: novos conhecimentos sobre o agente causal oferece evidências científicas que corroboram a acusação feita por Cuba de que os Estados Unidos introduziram a doença no país de forma deliberada.Os estudos sobre o assunto renderam à pesquisadora Rosmari Rodríguez o principal prêmio de Cuba no Concurso Anual de Saúde 2015.

Segundo a especialista, nos anos 1990, o IPK junto com instituições científicas de outros países realizaram estudos conjuntos para determinar a cepa causadora da epidemia de dengue hemorrágica em 1981.

Sobre estas denúncias, a Rádio Sputnik Brasil ouviu a Professora de Relações Internacionais, Denilde Holzhacker, da Escola Superior de Propaganda e Marketing, de São Paulo. Especialista em políticas das três Américas, Denilde Holzhacker afirmou que estas acusações de Cuba aos Estados Unidos vêm sendo feitas desde os anos 90 e que, de lá para cá, os sucessivos governos norte-americanos jamais admitiram qualquer responsabilidade pela epidemia de dengue hemorrágica em Cuba, em 1981. Ainda de acordo com a Professora Denilde Holzhacker, mesmo neste período em que os dois países estão normalizando suas relações políticas e diplomáticas, os Estados Unidos não demonstram para Cuba qualquer responsabilidade pela epidemia.

“Esta denúncia vem desde 1981, o governo cubano alega que a doença foi introduzida pelos EUA, os americanos alegaram que nunca fizeram isso e que era uma espécie de paranóia do governo cubano”, explicou a interlocutora da agência. Segundo ela, a diferença é que as novas denúncias trazem evidências.

Denilde Holzhacker também disse que esse tipo denúncia foi bem comum durante a Guerra Fria.”Seria um dos ataques ideológicos, esse não seria o único que o governo cubano alega que os americanos tiveram. Existem também, sem evidências, denúncias de pragas, para destruir plantações de açúcar e de tabaco, também introduzidas pelo governo americano. Temos que lembrar que estamos falando dos anos 1980, 1981. Quando aconteceu essa epidemia em Cuba, era ainda Guerra Fria, em que havia uma lógica de disputa entre os dois países bastante diferente do que temos hoje. O governo americano alega, inclusive, que a dengue, não a hemorrágica, também atingiu Estados americanos como o Texas, a Flórida. Então, faz parte dos esqueletos da Guerra Fria." Quando às novas evidências, a professora Holzhacker afirmou ser preciso aguardar um posicionamento do governo cubano. “São novas evidências, têm mais base científica e obviamente isso traz, para Cuba, uma possibilidade de apelar em órgãos internacionais. Como eu não sou especialista em doenças tropicais, fica difícil dizer se realmente essas evidências permitem levar em consideração os pleitos cubanos, mas aumenta, com certeza, diplomaticamente dá mais peso, pois foi um estudo reconhecido, que ganhou prêmios internacionais. Agora é [preciso] ver como o governo cubano vai usar essa informação e qual vai ser a reação do governo americano.”

Segundo Denilde Holzhacker, em face a uma crise internacional relacionado ao vírus zika, derivado da dengue, Cuba poderia expandir esse tema para além de uma pauta bilateral, ampliando a discussão para a questão de controle de epidemias nas Américas.

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"A utilização do vírus da dengue e Zica fazem parte da guerra biológica do governo dos EUA contra os países cujos governos não se submetem à política de Washington. Não é por acaso que os casos surgiram recentemente no Brasil, Venezuela, Cuba, Bolívia e Equador".

Dr. Vicente Villanueva - Miami

 

 
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