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Rafael Greca dispara na reta final e pode vencer no primeiro turno PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Ter, 20 de Setembro de 2016 08:54

ibope nova

O desempenho do candidato Rafael Greca (PMN) na reta final desta campanha eleitoral surpreendeu os marqueteiros mais renomados ao disparar na preferência do eleitorado nos últimos dias, a ponto de projetar vitória no primeiro turno, caso a tendência se mantenha.

Segundo pesquisa do Ibope divulgada pela RPC, sobre a corrida eleitoral em Curitiba, Rafael Greca alcançou 45% das intenções de voto e se a eleição fosse hoje venceria no primeiro turno.

Em segundo lugar, o prefeito Gustavo Fruet, do PDT, despencou na pesquisa e aparece com apenas 16% das intenções de voto. Em terceiro, Requião, do PMDB, com 8%. Em quarto, Ney Leprevost, do PSD, com 6%, empatado com Maria Vitória, do PP, também com 6%. Tadeu Veneri, do PT, tem apenas 4%. Ademar Pereira, do PROS, e Xênia Mello, do PSOL, têm 1% cada.

Na penúltima pesquisa Rafael Greca, Gustavo Fruet e Requião Filho estavam tecnicamente empatados. Nas últimas semanas, porém, a tendência do eleitorado mudou radicalmente, como revela a pesquisa Ibope, obrigando os demais candidatos a rever todas as estratégias de campanha eleitoral, mas o tempo não ajuda: estamos há apenas pouco mais de uma semana do pleito.

 

Última atualização em Ter, 20 de Setembro de 2016 08:55
 
Em seis anos, Estado destinou R$ 8,3 bilhões para Curitiba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agência de Notícias do Paraná   
Ter, 20 de Setembro de 2016 08:42

richa mostra

Desde 2011, o Governo do Estado já destinou R$ 8,3 bilhões para a prefeitura de Curitiba. Os recursos são do tesouro estadual, investimentos de estatais, transferências obrigatórias e financiamentos do Estado para o município. Desse valor, R$ 2,8 bilhões foram destinados especificamente para investimentos na capital. As áreas que receberam mais recursos foram ciência e tecnologia (R$ 524 milhões), Copel (R$ 301 milhões), desenvolvimento urbano (R$ 285 milhões) e saúde pública (R$229 milhões). Confira AQUI o detalhamento de todos os investimentos realizados pelo governo estadual desde 2011. 

O governador Beto Richa destaca que o Estado atende a todos os 399 municípios, resguardando sempre os preceitos da legalidade, da moralidade e da ética. “Temos compromisso com todos os municípios. Não fazemos distinção política para os investimentos. É um critério técnico”, afirma Richa. 

AJUSTE FISCAL - As transferências obrigatórias de recursos do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Serviço (ISS), aumentaram nos últimos dois anos. Com as medidas do ajuste fiscal feito pelo governo estadual, os repasses das receitas do ICMS e do ISS para a prefeitura de Curitiba aumentaram 45%.

A comparação é dos primeiros cinco meses de 2014 com o mesmo período de 2016. Isso representa aumento de receita de R$ 260 milhões. Desde 2011, foram repassados ao município cerca de R$ 5,5 bilhões. Essas são as transferências obrigatórias. 

PAVIMENTAÇÃO – O Governo do Estado disponibilizou financiamentos de R$ 77 milhões para Curitiba, recursos que a prefeitura usou para pavimentação de ruas e construiu calçadas em mais de 60 quilômetros. As obras incluem a revitalização da Avenida Agamenon Magalhães e da Rua Raul Pompéia, uma reivindicação de mais de 20 anos dos moradores. Outras vias revitalizadas com recursos do financiamento feito pelo Estado foram: Avenida Batel, Senador Salgado Filho, Victor Ferreira do Amaral, São Francisco, Alameda Doutor Carlos de Carvalho, Augusto Stresser, Fagundes Varella e Bispo Dom José. Parte do montante foi aplicado em obras do Anel Viário.

O Estado garantiu recursos, ainda, para construção do Centro da Juventude Vila Audi União e do Jardim Eucaliptos, do bairro Boqueirão, e o Centro de Convivência do bairro Tatuquara. A estrutura tem piscina semi-olímpica aquecida e coberta e piscina para hidroginástica.

TRANSPORTE - Desde 2013, o Governo do Estado isenta as empresas de ônibus da Região Metropolitana de Curitiba de pagar o ICMS sobre o óleo diesel, o que possibilita a desoneração dos custos e a redução do valor da passagem. De 2013 a janeiro de 2016, o subsídio significou isenção de R$ 38,52 milhões para as empresas em Curitiba. Ao todo, o subsídio para o transporta da RMC chegou a R$ 176 milhões. 

SAÚDE – O Governo do Estado financiou R$ 5,2 milhões para compra de equipamentos para os postos de saúde da capital. Além disso, o Estado investiu R$ 6,2 milhões na construção cinco unidades de Saúde – nos bairros Xaxim, Coqueiros, Vila Sabará, Campo Alegre (CIC) e Jardim Aliança, no Santa Cândida. Foram destinados, também, recursos para compra de 46 ambulâncias para Curitiba. 

O secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, afirma que essa é a primeira vez na história que uma administração municipal recebe recursos do Estado para contratar cirurgias eletivas e exames.

“Nunca foi feito isto antes. Essa gestão é a primeira a receber esses recursos. Na semana passada, foram R$ 3 milhões para o teto das cirurgias eletivas e exames. É a primeira vez que o Estaco coloca dinheiro”, afirmou Caputo. Além disso, ele citou ajuda de R$ 900 mil por mês para compra de medicamentos. 

HOSPITAIS - O Governo do Estado também destina R$ 36,7 milhões anuais para a ampliação de serviços à população em hospitais de Curitiba. Os recursos são transferidos ao Fundo Municipal da Saúde de Curitiba para serem repassados aos 10 hospitais de média e alta complexidade da capital que atendem pelo SUS. São eles: Hospital de Clínicas, Hospital do Trabalhador, Erasto Gaetner, Evangélico, Santa Casa de Curitiba, Cajuru, Hospital do idoso Zilda Arns, Cruz Vermelha, Pequeno Príncipe e São Vicente.

MAIS AÇÕES - Na área social os investimentos do Estado em Curitiba, nos últimos, foram de R$ 27 milhões; na segurança R$82 milhões e na habitação R$ 67 milhões. Desde 2011, os projetos habitacionais com participação do Governo do Paraná beneficiaram 2.307 famílias curitibanas. No período, foram entregues 1.505 casas populares na cidade e outras 556 estão em obras. Outra ação importante é o programa de regularização fundiária, que garantiu a entrega de 246 títulos de propriedade em Curitiba.

 

Última atualização em Ter, 20 de Setembro de 2016 09:07
 
“CONFIANÇA” NÃO VOLTOU E A ECONOMIA SEGUE DOENTE PDF Imprimir E-mail
Escrito por Brasil 247   
Ter, 20 de Setembro de 2016 08:37

teme meireles

A despeito de toda a torcida dos veículos de comunicação que se engajaram no projeto Temer-Meirelles, a economia brasileira segue em estado de apatia absoluta.

Nesta segunda-feira, soube-se que o terceiro trimestre começou com retração da economia, quando o mercado esperava uma ligeira alta; em 12 meses, a queda da atividade econômica soma inacreditáveis 5,61% – o que transforma a recessão brasileira na maior do mundo.

"Dá vontade de escrever, aos moldes dos títulos de nossa grande imprensa: 'PIB cai, apesar da recuperação econômica'”, ironiza Fernando Brito, editor do Tijolaço.

Em 2015, quando o Congresso sabotou o governo Dilma e apostou no "quanto pior, melhor", Brasil perdeu 1,5 milhão de empregos.

Leia, abaixo, análise de Fernando Brito, editor do Tijolaço:

“Prévia do PIB”: nova queda, em lugar da alta “esperada”

POR  · 19/09/2016

Dá vontade de escrever, aos moldes dos títulos de nossa grande imprensa:

“PIB cai, apesar da recuperação econômica”.

Pois não é outra a leitura do IBCR divulgado hoje pelo Banco Central.

Queda de 0,09%, quando o “mercado” esperava alta de 0,3%, na média.

A “melhora” no acumulado nos sete primeiros meses do ano, para não dizer que é falsa, é pífia: de  -5.65% em janeiro/julho de 2015 para, -5,61% no período igual de 2016.

É claro que o ano não se encerrará neste patamar, porque o segundo semestre é comparação de desastre com hecatombe.

Na coluna de Miriam Leitão lê-se um cândido ” a atividade está distante do seu pico”.

Até o dono do botequim da esquina sabe disso.

Os estados, falidos, correm atrás do que lhes restou: autorização para endividarem-se em mais R$ 20 bilhões.

Como já não tem para pagarem o que deve, com suas arrecadações em queda generalizada (veja a tabela acima, publicada pelo Valor), imagine-se o custo do dinheiro.

E, é claro, para gastar no custeio, não em investimentos, que gerem renda e emprego.

Mesmo a PEC do Garrote, que limita o gasto público à inflação não reduz, nos primeiros tempos, o crescimento do déficit: se a despesa sobe tanto quanto a inflação e a receita cresce menos do que esteindice, um garoto de primário conclui que o déficit  aumenta.

Isso sem contar o “efeito terror”, que a Folha registra hoje: um aumento de 25% nos pedidos de aposentadoria, elevando o déficit da previdência no curto prazo.

Leia, abaixo, artigo da Reuters, sobre a queda do PIB:

Atividade econômica do Brasil inicia 3º tri com desempenho pior que o esperado, aponta BC 

Por Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) - A atividade econômica do Brasil iniciou o terceiro trimestre no vermelho, com leve queda de 0,09 por cento em dados dessazonalizados, num resultado pior que o esperado e que ressalta as dificuldades para a retomada de uma recuperação consistente.

O resultado do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), frustrou expectativa de elevação de 0,25 por cento do índice no mês, segundo pesquisa Reuters.

Divulgado nesta segunda-feira pelo BC, o IBC-Br incorpora projeções para a produção no setor de serviços, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos.

No mês, o desempenho do índice foi negativamente afetado pelas vendas no varejo, que voltaram a cair em julho, com retração de 0,3 por cento sobre junho.

Apesar de o setor de serviços ter exibido um crescimento no volume de 0,7 por cento e da produção industrial também ter ficado no campo positivo, supreendendo com ligeira alta de 0,1 por cento, o IBC-Br acabou fechando o mês em território negativo.

"De um lado a gente começa o terceiro trimestre com sinalização fraca, mas em algum medida isso já era antecipado pelos dados da indústria e mesmo do varejo", afirmou o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.

"Mas o trimestre encerrado em julho contra o trimestre imediatamente anterior está apontando queda cada vez menor", acrescentou Perfeito, que enxerga aí um sinal do fim da desaceleração acentuada da economia. Ele estima que o PIB do terceiro trimestre sofrerá retração de 0,3 por cento.

Nesta segunda, o BC também revisou o resultado de junho para uma alta de 0,37 por cento, contra aumento de 0,23 por cento informado inicialmente.

Em 12 meses até julho, o IBC-Br acumula um tombo de 5,61 por cento, em dado dessazonalizado.

A expectativa de economistas ouvidos semanalmente pelo BC em pesquisa Focus é de que a atividade medida pelo PIB vá fechar 2016 com retração de 3,15 por cento.

"O dado do IBC-Br corrobora nossa expectativa de um terceiro trimestre de atividade ainda em marcha ré, mas já melhor do que o segundo e com a fraca base de comparação do ano passado já exercendo alguma influência", destacou em nota o economista-chefe do banco Fator, José Francisco Gonçalves.

Ele acrescentou ainda que, qualquer sinal mais evidente de reversão da atual recessão, só deve vir no último trimestre deste ano.

No segundo trimestre, a recessão brasileira chegou ao seu ponto mais agudo, com recuo de 0,6 por cento do PIB sobre o período anterior, mas começou a dar alguns sinais de recuperação com desempenhos positivos da indústria e dos investimentos depois de vários meses no vermelho.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tem dito que a expectativa do governo é de um crescimento do PIB no último trimestre deste ano.

 

 
Greca afirma que vai rever lei que pode dobrar o valor do IPTU PDF Imprimir E-mail
Escrito por Imprensa Rafael Greca   
Seg, 19 de Setembro de 2016 15:11

greca avisa

O candidato Rafael Greca afirmou, nesta segunda-feira, 19, durante a sabatina para a Gazeta do Povo, que vai rever a legislação do IPTU (Imposto Predial, Territorial e Urbano). Greca denunciou que dependendo da situação, o imposto poderá dobrar até 2018, em função de equívocos na legislação. Greca também destacou que vai tornar mais justa a cobrança das tarifas de ônibus, que hoje é bancada 100% pelo passageiro e ainda dá lucro para a Urbs, responsável pela administração do transporte público.

Conversando com os jornalistas da Gazeta, Greca, da Coligação Curitiba, Inovação e Amor (PMM/PSDB/PSB/DEM/PTdoB/PTN/PSDC), disse que legislação do aumento progressivo, como foi formulado pela gestão Fruet, vai expulsar os curitibanos, porque vai dobrar o valor do IPTU.  “É preciso bom senso e sensibilidade para resolver essa questão”, disse Greca.Outro tema abordado foi a melhoria da qualidade dos serviços do transporte público. Greca disse que não é admissível ter uma frota quebrada, cujo o fundo do ônibus cai ou ônibus que peguem fogos.  Ele propôs investir mais no transporte e também requalificar os serviços, com a modernização do Inter 2. "Temos que colocar ônibus no ponto a cada 15 minutos, expresso no tubo a cada 10 minutos e Ligeirinho a cada 5 minutos", afirmou.

Greca disse que é possível ter um transporte sem subsídio, eficiente e de qualidade. Ele quer que haja tarifas diferenciadas em horários alternativos, mais baratas, e também com uso de novas matrizes energéticas, para reduzir custos. Também destacou que é preciso justiça na tarifa, pois hoje o preço da tarifa técnica é menor que o valor pago por trabalhadores pela passagem, o que gera lucro para a Urbs.

Greca também apontou que vai buscar parcerias para ampliar o número de vagas em berçários. Ele denunciou que a atual gestão fechou 47 berçários e reduziu mil vagas de creches. Também quer investir na qualificação dos professores, criado uma faculdade municipal para treinamentos dos profissionais da educação. 

Greca também quer melhorar o serviço de manutenção de ruas da cidade. Ele vai reativar as usinas de asfaltos e colocar as recicladoras de asfalto nas ruas, fazendo mais com menos recursos. O candidato também quer buscar recursos do governo federal e do governo estadual para melhorar a malha viária da cidade.

 

Última atualização em Seg, 19 de Setembro de 2016 15:12
 
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