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BRASIL TEM 5 MIL VEZES MAIS AGROTÓXICO NA ÁGUA DO QUE PAÍSES EUROPEUS PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agência Brasil   
Qui, 19 de Janeiro de 2017 15:37

herbicida 1

Pesquisa recente da pesquisadora e professora de Geografia Agrária da USP, Larissa Bombardi, sobre o alto índice de agrotóxicos que consumimos no Brasil e os reflexos para a saúde espantam. Mortes por intoxicação e suicídio são alguns dos casos citados pela especialista em seu trabalho mais recente, que resultará no livro Geografia Sobre o Uso de Agrotóxicos no Brasil.

O estudo, em fase de finalização, reúne os dados sobre os venenos agrícolas em uma sequência cartográfica que dá dimensão complexa a um problema pouco debatido no país. São mais de 60 mapas entre os anos de 2007 a 2014. O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, posto, até a década passada, ocupado pelos EUA.

“O glifosato, herbicida mais vendido no Brasil, e causador de câncer é 5 mil vezes maior na água potável por aqui do que na União Européia. Inclusive em algumas praças e parques públicos, ele é utilizado para capinar. Há muitas prefeituras utilizando também à beira da estrada. Por que é seguro aqui e não é lá fora? 30% dos agrotóxicos que são usados no Brasil são proibidos na União Européia”, alerta ela sobre a permissividade brasileira em relação a outros países.

Projeto de Lei em São Paulo

O cenário é realmente desesperador, contudo, alguns sinais de mudança começam a aparecer. A Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou, na última semana, o PL 891/2013, que proíbe o uso de agrotóxicos que contenham em sua composição 20 tipos diferentes de princípios ativos. Entre os elementos vetados, está o glifosato.

Conforme descrito no artigo 1o da lei, “ficam proibidos na cidade de São Paulo o uso e a comercialização de agrotóxicos que apresentem em sua composição os seguintes princípios ativos: abamectina, acefato, benomil, carbofurano, cihexatina, endossulfam, forato, fosmete, glifosato, heptacloro, lactofem, lindano, metamidofós, monocrotofós, paraquate, parationa metílica, pentaclorofenol, tiram, triclorfom e qualquer substância do grupo químico dos organoclorados e que tenha sido banida em seu país de origem”.

 

Última atualização em Qui, 19 de Janeiro de 2017 15:37
 
MILITARES DESAPROVAM ATUAÇÃO EM PRESÍDIOS PDF Imprimir E-mail
Escrito por www.sociedademilitar.com.br   
Qui, 19 de Janeiro de 2017 09:09

presidio 8

O anúncio da utilização de militares das Forças Armadas em vistorias de presídios não agradou parte dos militares brasileiros. Mesmo sem anúncio oficial, opinião de porta-voz ou de oficiais da caserna, o site da sociedade militar publicou artigo neste sentido.

Leia a seguir o artigo do site www.sociedademilitar.com.br

“A REVISTA SOCIEDADE MILITAR antecipou na semana passada que o primeiro passo para jogar nos ombros dos militares a crise carcerária já havia sido dado. A MINISTRA presidente do SUPREMO, ao solicitar auxilio das Forças Armadas para uma recontagem de presos, abriu as "portas" para o que certamente viria depois.

Pois é, aconteceu.

Hoje, 17 de janeiro de 2017, o Presidente da República anuncia mais uma carga para os já sobrecarregados e maus pagos ombros dos militares das Forças Armadas, a segurança dos presídios estaduais.

Depois das cenas de terror das últimas semanas, onde se conprovou que há marginais sem qualquer apreço pela vida humana e, pior, que não hesitam em assassinar opositores com requintes de sadismo, como o pouco divulgado ato de "escrever" com corpos a sigla PCC no presídio do Rio Grande do Norte, a presidência da república floreia sua decisão com palavras bonitas – "pioneira e inovadora" – foram os adjetivos utilizados. Contudo, "desesperada" seria um adjetivo que retrataria melhor a determinação.

Militares das FA desde as academias e centros de instrução são preparados para eliminar os inimigos. Aprende-se a identificar o problema e solucionar da melhor e mais rápida forma possível. Atuar dentro de presídios exige uma preparação completamente diferente, com objetivos completamente diversos da atividade dos militares das Forças Armadas e, ressalta-se, com os militares sujeitos a normas e procedimentos completamente diferentes daqueles a que estão normalmente submetidos em seu dia-a-dia.

“Em uma iniciativa inovadora e pioneira, o presidente coloca à disposição dos governos estaduais o apoio das Forças Armadas. A reconhecida capacidade operacional de nossos militares é oferecida aos governadores para ações de cooperação específicas em penitenciárias”, declarou o porta-voz do presidente TEMER, Alexandre Parola.

O MINISTRO Eliseu Padilha, da Casa Civil já avisou que militares das Forças Armadas serão encarregados de realizar revistas em celas.

Os comandantes militares ainda não se manifestaram sobre o assunto. Mas, ninguém espera que coloquem algum obstáculo. Conversamos com colegas do Exército, do Comando Militar do Leste e a informação recebida é de que os militares devem, se realmente usados, se ater à segurança de áreas externas e revistas de celas depois de esvaziadas, mas sem qualquer contato com os detentos. Lamentável”

 

Última atualização em Qui, 19 de Janeiro de 2017 09:12
 
Richa entrega ambulâncias para reforçar a frota do Siate em nove municípios PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agencia de Notícias do Paraná   
Qui, 19 de Janeiro de 2017 08:27

richa ambulancias

O Governo do Estado ampliou a frota do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) de nove municípios do Paraná. Foram investidos R$ 3 milhões na aquisição de 20 ambulâncias, que serão utilizadas para a transferência de pacientes em estado grave para hospitais de atendimento especializado. Os veículos foram entregues na tarde desta quarta-feira (18) pelo governador Beto Richa e o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, em solenidade realizada no estacionamento do Palácio Iguaçu, no Centro Cívico de Curitiba. 

Em 2013, o Estado já havia investido R$10,8 milhões em outras 60 ambulâncias. Atualmente, o Siate conta com 75 ambulâncias, que atendem 47 municípios no Paraná. Neste lote, além de Curitiba, que recebe nove ambulâncias, Ponta Grossa (3), Maringá (1), São José dos Pinhais/Piraquara (3), Foz do Iguaçu (1), Francisco Beltrão (1), Apucarana (1) e Pato Branco (1) também terão novos veículos. 

“É um grande reforço nesta área tão importante que é a saúde”, disse o governador Beto Richa. “Estamos conseguindo prestar um atendimento melhor, com mais qualidade e mais humano. Apesar de crise do Brasil, o Paraná continua investindo diariamente”, disse o Richa. Ele ainda lembrou que nos últimos seis anos o governo do Estado investiu R$ 15 bilhões na área de saúde, mais do que o dobro do montante investido durante os oito anos do governo anterior. 

Os veículos, todos do modelo Master Furgão, da marca francesa Renault, são equipados com material de primeiros socorros, materiais para imunização de fratura, desfibrilador externo automático (DEA), suporte de oxigênio e outros acessórios essenciais para o atendimento de urgência e emergência. 

VIDAS – O secretário Michele Caputo Neto lembrou que os 20 veículos vão se somar à rede Paraná Urgência, que conta também com helicópteros, que não existiam no governo anterior, e ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “Tudo isso faz com que se crie uma rede organizada que ajuda a diminuir o tempo de atendimento tanto do trauma como da questão clínica. Esse esforço tem ajudado a salvar vidas”, disse. 

ATENDIMENTOS – Só em 2016, foram mais de 80 mil atendimentos feitos pelo Corpo de Bombeiros. Para o comandante do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná, Coronel Juceli Simiano Junior, os novos veículos vão assegurar melhores condições de trabalho aos profissionais, o que pode salvar vidas. “ É evidentemente que há uma interligação entre um bom veículo e os profissionais que atendem as vitimas. A somatória desses dois fatores acaba resultando na excelência da qualidade do serviço”, relatou.

 

 
GOVERNO DO RN NEGOCIOU TRANSFERÊNCIA DE PRESOS COM FACÇÃO CRIMINOSA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Brasil 247   
Qui, 19 de Janeiro de 2017 08:24

presidio 7

O governo do Rio Grande do Norte negociou com o PCC para tentar retomar — ainda esta semana — o controle da penitenciária estadual de Alcaçuz, na Grande Natal. O presídio, o maior do estado, foi palco da matança de pelo menos 26 detentos no fim de semana. Uma delegada da Polícia Civil e um oficial da Polícia Militar foram designados para conversar com criminosos. O objetivo da negociação é evitar novo confronto com o Sindicato do RN, bando local rival da facção paulista.

As informações são de reportagem de Aura Mazda em O Globo.

"Os policiais negociadores receberam a missão de descobrir as exigências dos presos e identificar quais delas poderiam ser atendidas. Uma das reivindicações foi atendida nesta quarta-feira: um grupo de 220 detentos, ligados à facção local, foi transferido do presídio de Alcaçuz, na Região Metropolitana de Natal, para a Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP). A retirada dos presos foi concluída entre 18h30m e 18h39m, mais de três horas após as tropas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) entrarem na unidade.

A remoção dos presos foi uma nova tentativa de o estado retomar o controle da unidade. Para a retirada dos detentos, foram usados quatro ônibus de turismo locados. Pela manhã, a Secretaria estadual de Segurança do Rio Grande do Norte já havia transferido 119 detentos do PEP para o Complexo Raimundo Nonato, na Zona Norte da capital potiguar.

Logo depois da transferência dos presos de Alcaçuz, houve tumulto do lado de fora, quando mulheres de presos atearam fogo em alguns objetos em frente à penitenciária para tentar impedir a remoção dos detentos. Nas ruas, incêndios simultâneos foram registrados em bairros de Natal. A Polícia não confirma que os ataques foram em retaliação às transferências, mas ao menos 12 ônibus e um veículo oficial do governo do estado foram incendiados."

 

 
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