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VÍDEO: o documentário do DCM sobre o escândalo de sonegação da Globo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Substantivu Commune - Rede Castorphoto   
Sex, 27 de Março de 2015 18:31

globo caindo

DCM apresenta o documentário sobre o escândalo da sonegação da Globo na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002.

O trabalho é resultado de um crowdfunding. Através da plataforma Catarse, os leitores ajudaram a bancar a série de reportagens assinadas pelo repórter Joaquim de Carvalho. Assista a seguir:

https://www.youtube.com/embed/dZLHlio62O4

Em resumo: a Rede Globo comprou os direitos e, pela transação, não pagou impostos. Depois, adquiriu esses mesmos direitos da empresa de fachada que criou no Caribe por um preço bem superior.

Mais uma vez, não pagou impostos. É a forma conhecida de remeter ao exterior dinheiro que deveria ter sido contabilizado como lucro no Brasil e, por isso, tributado.

O serviço de inteligência da Receita auditou as contas. Em 2006, chegou-se à conclusão de que a emissora deixou de recolher impostos que, à época, com multa e correção, chegavam a 615 milhões de reais.

O episódio veio à tona em 2013 através do blog O Cafezinho. Uma assessoria de imprensa afirmou que a dívida foi quitada, mas diante de uma campanha que circulou na internet exigindo que o DARF fosse mostrado, a Globo se calou.

O processo sobre a sonegação foi furtado. A autora do furto chegou a ser presa, mas, defendida por um dos mais caros escritórios de advocacia do Brasil, foi colocada em liberdade por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.

Joaquim mergulhou nos dados da Receita, falou com tributaristas e especialistas e esteve no Rio de Janeiro com profissionais como Miguel do Rosário e Eduardo Goldenberg, que descobriu o paradeiro dos documentos.

Foi até as Ilhas Virgens Britânicas, onde ficava a Empire Investment Goup Ltd., companhia fantasma aberta com o objetivo exclusivo, segundo a Receita, de sonegar. Contamos a história rocambólica da sobrevivência dos papeis no submundo do crime.

O escândalo global foi nossa terceira incursão no mundo do financiamento coletivo. Antes disso tivemos o “Diário de Melgaço”, sobre o programa Mais Médicos na cidade com IDH mais baixo do Brasil, e o “Helicoca”, a respeito da apreensão de 445 quilos de pasta base de cocaína no helicóptero do político e empresário Zezé Perrella.

Estamos no momento nos dedicando a esmiuçar o papel da Sabesp e do governo do estado de São Paulo na crise da falta de água.

A investigação de Joaquim sobre a Globo resultou também nesta vídeo-reportagem dirigida por Alice Riff que ora compartilhamos. Agradecemos a todos aqueles que apostaram no jornalismo independente do DCM e colaboraram para o projeto se concretizar.

http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2015/03/video-o-documentario-do-dcm-sobre-o.html

http://goo.gl/b9tMrt

 
Esquema na Petrobras começou com FHC, diz empreiteira PDF Imprimir E-mail
Escrito por Pragmatismo Político   
Sex, 27 de Março de 2015 08:35

fhc peroba1

 

Executivos de empreiteira envolvida na investigação da Lava-Jato afirmam que o cartel na Petrobras começou na década de 1990, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Ao longo dos anos, as empresas formaram um ‘clube’ e combinaram de não competir entre si nas licitações da estatal

 

O esquema de formação de cartel investigado na Operação Lava Jato, montado para fraudar contratos com a Petrobras, teve início na década de 90. A informação foi confirmada pelo grupo Setal Engenharia e Construções, em acordo de leniência firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), nesta sexta-feira.

Em fevereiro, o executivo Augusto Ribeiro de Mendonça, da Setal Engenharia, confirmou à Justiça Federal que os desvios de recursos da Petrobras tiveram início durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Mendonça garantiu que o chamado “Clube das Empreiteiras”, existia desde os anos 90, época em que as regras do mercado de petróleo foram mudadas no Brasil. “(As empresas) se organizaram e iniciaram uma conversa com a Petrobras, criando um grupo de trabalho”, disse, durante depoimento divulgado na terça.

“A partir daquela ocasião, as empresas com o intuito de se protegerem, fizeram acordo entre si”, completou.

As declarações de Mendonça seguem a mesma linha das declarações do ex-gerente de Engenharia da Petrobrás, Pedro Barusco. Em depoimento à PF dias antes, ele afirmou que os esquemas de corrupção na Petrobras se iniciaram, de fato, durante o governo FHC.

Acordo

Um acordo de leniência firmado pelo Cade com a Setal Engenharia e a SOG Óleo e Gás, investigadas na Operação Lava Jato, obteve a confirmação da participação de 23 empreiteiras acusadas de participar do chamado “Clube das Empreiteiras”.

Os dirigentes das empresas delatoras forneceram informações para comprovar as acusações e subsidiar o inquérito administrativo que está em andamento no Cade. Os dados também serão compartilhados com a força-tarefa do Ministério Público Federal, responsável pela investigação civil e criminal da Lava Jato.

 
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