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Prisão de André Vargas complica a indicação de Paulo Bernardo na Itaipu PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Seg, 13 de Abril de 2015 17:48

 

paulo bernardo 7


A prisão do ex-deputado André Vargas (ex-PT) complica mais ainda a indicação do ex-ministro Paulo Bernardo (PT) para a diretoria-geral da Itaipu Binacional.

Vargas e Bernardo são do mesmo grupo político do PT de Londrina e definiram as agências de propaganda que controlam as contas de ministérios, bancos, empresas e órgãos do governo Dilma Rousseff (PT).

O nome de Bernardo para Itaipu é indicado pela senadora Gleisi Hoffmann (PT), mulher do ex-ministro. Aos petistas do Paraná, Bernardo disse que recusaria a diretoria financeira e só aceitaria a diretoria-geral da binacional. 

André Vargas comandava propaganda da Caixa

O ex-deputado André Vargas (ex-PT-PR) sempre se comportou como quem manda nos negócios de publicidade da Caixa Econômica Federal. Reunia-se com dirigentes de agências de propaganda até em seu gabinete, na Câmara, e negociava acordos que, segundo denúncia sob investigação, determinavam as quatro empresas que dividiriam a verba de publicidade da Caixa, superior a R$ 400 milhões anuais. Informa Claudio Humberto.

andrevargas

Dividem a milionária verba de propaganda da Caixa as agências Nova SB, Artplan, Borghi/Lowe, e a paranaense Heads. O mandachuva da área de Marketing da Caixa Econômica Federal, Clauir Santos, é paranaense como o ex-deputado André Vargas. 

Ricardo Hoffmann, ex-vice-presidente da Borghi/Lowe, foi preso sob a suspeita de pagar propina a Vargas em troca do contrato na Caixa. Foi fácil comprovar repasses a Vargas: ele emitia contra a Borhi/Lowe notas das empresas que tem com o irmão, Leon, também preso.

Última atualização em Seg, 13 de Abril de 2015 17:57
 
Cerveja: as grandes marcas brasileiras omitem que o que você bebe é milho PDF Imprimir E-mail
Escrito por Flavio Siqueira Júnior e Ana Paula Bortoletto, Outras Palavras   
Seg, 13 de Abril de 2015 09:19

cerveja shoop

 

Cerveja: o transgênico que você bebe? Sem informar consumidores, Ambev, Itaipava, Kaiser e outras marcas trocam cevada pelo milho e podem estar levando à ingestão inconsciente de OGMs

 

Vamos falar sobre cerveja. Vamos falar sobre o Brasil, que é o 3º maior produtor de cerveja do mundo, com 86,7 bilhões de litros vendidos ao ano e que transformou um simples ato de consumo num ritual presente nos corações e mentes de quem quer deixar os problemas de lado ou, simplesmente, socializar.

Não se sabe muito bem onde a cerveja surgiu, mas sua cultura remete a povos antigos. Até mesmo Platão já criou uma máxima, enquanto degustava uma cerveja nos arredores do Partenon quando disse: “era um homem sábio aquele que inventou a cerveja”.

E o que mudou de lá pra cá? Jesus Cristo, grandes navegações, revolução industrial, segunda guerra mundial, expansão do capitalismo… Muita coisa aconteceu e as mudanças foram vistas em todo lugar, inclusive dentro do copo. Hoje a cerveja é muito diferente daquela imaginada pelo duque Guilherme VI, que em 1516, antecipando uma calamidade pública, decretou na Bavieira que cerveja era somente, e tão somente, água, malte e lúpulo.

Acontece que em 2012, pesquisadores brasileiros ganharam o mundo com a publicação de um artigo científico no Journal of Food Composition and Analysis, indicando que as cervejas mais vendidas por aqui, ao invés de malte de cevada, são feitas de milho.

Antarctica, Bohemia, Brahma, Itaipava, Kaiser, Skol e todas aquelas em que consta como ingrediente “cereais não maltados”, não são tão puras como as da Baviera, mas estão de acordo com a legislação brasileira, que permite a substituição de até 45% do malte de cevada por outra fonte de carboidratos mais barata.

Agora pense na quantidade de cerveja que você já tomou e na quantidade de milho que ela continha, principalmente a partir de 16 de maio de 2007.

Foi nessa data que a CNTBio inaugurou a liberação da comercialização do milho transgênico no Brasil. Hoje já temos 18 espécies desses milhos mutantes produzidos por MonsantoSyngentaBasf,BayerDow Agrosciences e Dupont, cujo faturamento somado é maior que o PIB de países como Chile,Portugal e Irlanda.

Tudo bem, mas e daí?

E daí que ainda não há estudos que assegurem que esse milho criado em laboratório seja saudável para o consumo humano e para o equilíbrio do meio ambiente. Aliás, no ano passado um grupo de cientistas independentes liderados pelo professor de biologia molecular da Universidade de Caen, Gilles-Éric Séralini, balançou os lobistas dessas multinacionais com o teste do milho transgênico NK603 em ratos: se fossem alimentados com esse milho em um período maior que três meses, tumores cancerígenos horrendos surgiam rapidamente nas pobres cobaias. O pior é que o poder dessas multinacionais é tão grande, que o estudo foi desclassificado pela editora da revista por pressões de um novo diretor editorial, que tinha a Monsanto como seu empregador anterior.

Além disso, há um movimento mundial contra os transgênicos e o Brasil é um de seus maiores alvos. Não é para menos, nós somos o segundo maior produtor de transgênicos do mundo, mais da metade do território brasileiro destinado à agricultura é ocupada por essa controversa tecnologia. Na safra de 2013 do total de milho produzido no país, 89,9% era transgênico. (Todos esses dados são divulgados pelas próprias empresas para mostrar como o seu negócio está crescendo)

Enquanto isso as cervejarias vão “adequando seu produto ao paladar do brasileiro” pedindo para bebermos a cerveja somente quando um desenho impresso na latinha estiver colorido, disfarçando a baixa qualidade que, segundo elas, nós exigimos. O que seria isso se não adaptar o nosso paladar à presença crescente do milho?

Da próxima vez que você tomar uma cervejinha e passar o dia seguinte reinando no banheiro, já tem mais uma justificativa: “foi o milho”.

Dá um frio na barriga, não? Pois então tente questionar a Ambev, quem sabe eles não estão usando os 10,1% de milho não transgênico? O atendimento do SAC pode ser mais atencioso do que a informação do rótulo, que se resume a dizer: “ingredientes: água, cereais não maltados, lúpulo e antioxidante INS 316”.

Vai uma, bem gelada?

 
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