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Folha manipulou pesquisa para enganar a população PDF Imprimir E-mail
Escrito por Brasil 247   
Qua, 20 de Julho de 2016 19:28

midia grana

Em nenhum momento, nas matérias que publicou sobre a pesquisa realizada pelo Datafolha em 14 e 15 de julho, a Folha de S. Paulo registrou que 60% dos entrevistados preferem que haja uma nova eleição. Pelo contrário, informou que 50% preferem que Michel Temer fique no governo até o final do mandato que seria de Dilma Rousseff e que apenas 3% preferem novo pleito. Mas este dado – “60% são favoráveis à nova eleição” - aparece no título de um dos blocos do relatório da pesquisa que está postado no site do instituto (confira o documento aqui).

Embora os 60% apareçam no título, eles não são mencionados no texto inferior. A explicação já apresentada foi de que, no questionário apresentado ao entrevistado, não havia a alternativa de nova eleição, restando-lhe apenas escolher entre a volta de Dilma e a permanência de Temer. Teria sido, no mínimo, um erro metodológico. Tanto é que a realização de nova eleição foi considerada pelo próprio Datafolha na pesquisa divulgada em 9 abril, em que 60% preferiam a saída de Dilma, 58% a de Temer e 79% preferem uma nova eleição.

Isso não explica, entretanto, que no relatório sobre a última pesquisa, conforme a cópia acima tirada do site do instituto, tenha havido a menção à preferência de 60% por um novo pleito presidencial. Na matéria da Folha, assinada por Fernando Canzian, eles também não aparecem. Nela aparece, realçando a incongruência, a baixa taxa de aprovação a Temer, de apenas 14%, que não foi destacada. Mas se os 60% aparecem no título, de alguma passagem da pesquisa eles foram retirados.

A Folha e o Datafolha continuam devendo explicações sobre a pesquisa que se constitui no elemento mais vistoso da pintura que vem sendo feita na paisagem política e econômica para induzir à condenação de Dilma no julgamento de agosto pelo Senado, tornando Temer presidente de fato e de direito.

As incongruências, decorrentes de manipulação ou imperdoável falha no trato de pesquisa tão relevante, foram apontadas inicialmente pelo Brasil 247 e escrachadas pelos jornalistas Glenn Greenwald e Erick Dau no site The Intercept.

 

Última atualização em Qua, 20 de Julho de 2016 19:34
 
Atividade de terroristas do Daesh faz inteligência argentina intensificar cooperação com Brasil PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agência Brasil / Valter Campanato   
Qua, 20 de Julho de 2016 19:25

abin

Como descobriu a Sputniknews, as fontes do Serviço de Inteligência argentina estão preocupadas com o aumento de casos de recrutamento de latino-americanos nos últimos meses pelos terroristas do Daesh e pelas atividades de uma célula do grupo argentino já identificado.

A presença do Daesh no Brasil e na Argentina já é um fato confirmado, bem como o recrutamento de argentinos e brasileiros para as fileiras do “Estado Islâmico”.  Este aspeto pode se tornar uma grave ameaça para os dois países latino-americanos, porque os cidadãos podem retornar ao país e realizar um ataque sem que ninguém aperceba.

"Os contatos dos serviços de inteligência dos dois países na troca de informações têm sido intensificados nos últimos meses. Como resultado deste trabalho, os agentes concluíram que os Jogos Olímpicos revelam a vulnerabilidade dos serviços de segurança brasileiros. Nas últimas horas eles reconheceram que existe uma célula do Daesh na província de Corrientes, que faz parte do chamado “Marco das Três Fronteiras”. No entanto, o governo de Mauricio Macri ainda o não confirmou oficialmente.

A inteligência brasileira admite que o mais preocupante é o fato de recrutamento de cidadãos brasileiros. Em agosto, mais de 10.000 atletas e pelo menos meio milhão de turistas estrangeiros visitarão os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.

"Anteriormente, Luiz Alberto Sallaberry, diretor de departamento de contraterrorismo da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência), advertiu em um comunicado: “Eu não estou dizendo que o ataque vai acontecer, eu estou dizendo que é a primeira vez quando a possibilidade de tal ataque no nosso país aumentou significativamente”.

Por outro lado, o coordenador-geral de Segurança Pública, Cristiano Barbosa Sampaio, afirmou que não existe  “uma ameaça concreta contra o Brasil”, o país está permanecendo “em estado de alerta amarelo. Isso significa atenção e a capacidade de resposta maior em comparação com qualquer outro momento, alerta verde”, disse Sampaio.

Espera-se que a Agência de Inteligência treine mais agentes de segurança para evitar qualquer possibilidade de ataque. Mais de 80.000 membros das forças de segurança vão monitorar a segurança de 10.500 atletas, membros das delegações, jornalistas e turistas de todo o mundo, o que significa duas vezes mais em comparação com os jogos de Londres de 2012.

Em abril a Agência Brasileira de Inteligência confirmou como verídicas as ameaças feitas pelos extremistas do Daesh de realizarem atentados no Brasil durante as Olimpíadas e Paralimpíadas, em agosto e setembro. Os avisos foram feitos em uma conta no Twitter por um dos líderes do grupo, o francês Maxime Hauchard.

A mensagem foi publicada em novembro, uma semana após os atentados que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos na França, mas só foi divulgada agora pelas autoridades brasileiras.

“Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse país de m…”, diz a mensagem.

Em junho a imprensa francesa comunicou que um integrante brasileiro do Daesh está planejando um atentado durante os Jogos Olímpicos Rio 2016. O objetivo seria atingir a delegação francesa durante a competição.

O então diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Trezza, por sua vez afirmou em entrevista  que o Brasil “ainda não foi informado” da possibilidade de ocorrência de um atentado terrorista contra a delegação da França, durante a realização dos Jogos Olímpicos.

Os Jogos Olímpicos de Rio de Janeiro serão realizados entre 5 e 21 de agosto de 2016.

 

 
Última atualização em Qua, 20 de Julho de 2016 19:41
 
Impeachment de Gilmar Mendes PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jeferson Miola   
Qua, 20 de Julho de 2016 09:32

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Este ex-Advogado-Geral da União do FHC, indicado pelo ex-chefe para integrar o STF, coleciona incontáveis motivos para ser impedido de exercer a função 

Gilmar Mendes tem um instinto golpista incontrolável. Ele faz o gênero do golpista ativo, militante, engajado, agitador.

Em março de 2016, coordenou um seminário em Portugal que teve o propósito de divulgar o golpe no Brasil e apresentar os golpistas tupiniquins ao mundo, conforme comentamos no artigo “O golpismo além-mar do Gilmar”. A promoção, afinal, foi um fracasso – setores democráticos europeus escracharam os golpistas, e com isso desencorajaram a participação de autoridades e acadêmicos estrangeiros naquele evento armado com o patrocínio da FIESP, CNI, OAB e outras entidades empresariais.

Agora Gilmar decidiu se engajar na defesa dos golpistas da Turquia. E faz isso usando indevidamente o cargo de Presidente do TSE. Invoca, como sempre faz, o cargo que ocupa para, no fundo, falar em nome próprio e operar interesses político-ideológicos e partidários.

Em nota oficial, na qual não dedica uma palavra de condenação à tentativa do golpe de Estado, Gilmar reage à prisão de juízes e diz que “a justiça eleitoral vai pedir providências [sic] à Comissão de Veneza, Comissão Européia para a Democracia através do Direito, e ao Idea, Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral”.

Gilmar comete, assim, uma tremenda inconstitucionalidade. Invocar a justiça eleitoral brasileira para se pronunciar em matéria de política externa e se imiscuir na realidade de um país estrangeiro é uma atitude que claramente ofende dispositivos da Constituição do Brasil. O artigo 84 estabelece a competência privativa da Presidência da República nas relações com Estados estrangeiros; e o artigo 4º define como princípios que regem as relações internacionais do Brasil o respeito à autodeterminação dos povos e a não intervenção.

Além disso, Gilmar expõe o país a uma vergonha monumental no sistema das nações. A Convenção de Viena, tratado do qual o Brasil é signatário – é imperdoável um juiz do STF desconhecê-lo – reconhece como representantes dos Estados nacionais apenas os Chefes de Estado, os Chefes de Governo e as representações diplomáticas delegadas. Um mero juiz, mesmo que eventualmente presida uma determinada repartição ou jurisdição, jamais é reconhecido como representante de Estado.

Gilmar continua atuando como juiz do Supremo Tribunal Federal, a mais alta Corte de Justiça do Brasil, por razões que a lógica e a razão não conseguem explicar.

Este ex-Advogado-Geral da União do FHC, indicado pelo ex-chefe para integrar o STF, coleciona incontáveis motivos para ser impedido de exercer a função. Ele assume posturas que afrontam a Constituição da República, a Lei Orgânica da Magistratura, o Código de Ética da Magistratura, as resoluções do Conselho Nacional de Justiça e o Código do Processo Civil Brasileiro.

No artigo “Judicatura e dever de recato” [set/2015], o Presidente do STF Ricardo Lewandowski traça com notável didatismo o roteiro jurídico-legal para se processar oimpeachment do Gilmar Mendes.

O Senado da República, que segundo o artigo 52 da Constituição Federal, é a instância que possui a competência privativa para processar e julgar juízes do STF, melhor faria à democracia abortando a farsa do impeachment da Presidente Dilma para se dedicar aoimpeachment imediato do Gilmar Mendes. Ao contrário do processo fraudulento contra a Presidente Dilma, o impeachment de Gilmar tem sólidos fundamentos jurídicos e legais.

Como escreveu Lewandowski no artigo anteriormente citado, “posturas extravagantes ou ideologicamente matizadas são repudiadas pela comunidade jurídica, bem assim pela opinião pública esclarecida, que enxerga nelas um grave risco à democracia

 

 
Fala deputada Maria Victoria, pré-candidata a prefeita de Curitiba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Ter, 19 de Julho de 2016 11:00

maria victoria 3

Uma das mais jovens deputadas do país, Maria Victoria Borghetti Barros (PP) representa, hoje, a liderança da mulher jovem na política do estado do Paraná. Na trajetória dos seus 24 anos de idade, não só viveu a política com seus pais, como se preparou para também fazer parte dela: estudou por cinco anos na Suíça, onde se formou; trabalhou na China; realizou projetos humanitários na África e retornou com o objetivo de seguir os objetivos de seus pais, Ricardo Barros (Ministro da Saúde) e Cida Borghetti (Vice Governadora), para servir a comunidade com uma gestão pautada na ética e na verdade.

Independente, preparada e com personalidade forte, Maria Victoria acredita em uma educação que faça toda a diferença, considerando este o caminho mais correto para a melhoria da cultura em nossa sociedade.
Na entrevista a seguir, a primeira de uma série com outros candidatos, conheça o pensamento político da pré-candidata à Prefeitura de Curitiba Maria Victoria:


Como foi sua opção pela política?
Maria Victoria - Nasci na política. Filiei-me ao Partido Progressista aos 16 anos. Não me imagino fazendo outra coisa. Amo o que faço. Sou quase obstinada por achar soluções aos problemas e servir as pessoas.
 
As mulheres estão devidamente representadas nos parlamentos do país?
Maria Victoria - Infelizmente as mulheres ainda não estão ocupando um número expressivo de vagas. Não é por falta de políticas que ajudem na inserção da mulher na política, mas por ser um trabalho mais desgastante que a maioria das mulheres prefere optar por outras alternativas.
 
Fale sobre o lançamento da sua pré-candidatura à prefeita de Curitiba.
Maria Victoria - Tenho percorrido os bairros, escutado as pessoas para desenvolver um plano de governo inovador, com o apoio do Jaime Lerner. Estamos animados com a pré-candidatura. É época de renovação, do novo, e eu estou à disposição para servir a cidade de Curitiba e fazer com que ela volte a ser referência em planejamento urbano. Com uma boa equipe. Afinal, ninguém governa sozinha.
 
Quais suas principais propostas para melhorar nossa cidade?
 Maria Victoria - Nós precisamos reintegrar o transporte metropolitano urgentemente. Precisamos de mais humanização nos atendimentos de Saúde Pública. Agilidade no agendamento de consultas. Ensino de inglês nas escolas municipais. Creches que funcionem à noite e aos finais de semana. Temos proposta também para cidade conectada: totens em pontos estratégicos que tenham wi-fi gratuito e plugs para conectar o celular.
 
O metrô de Curitiba tem gerado preocupações entre os comerciantes das avenidas Sete de Setembro e República Argentina, que temem obras demoradas prejudicando o comércio. Qual sua opinião sobre o metrô de superfície e o metrô subterrâneo? 
  Maria Victoria - O metrô é inviável economicamente. Vamos propor os VLP’s, (Veículos Leves sobre Pneus), que têm um custo muito menor. Não só de construção, mas também de manutenção. E já temos os BRT’s, que foram uma inovação do Jaime Lerner. Já tem toda a infraestrutura do Plano Diretor da cidade que pode acomodar esse tipo de veículo. Enquanto o metrô teria uma linha só que não resolveria o problema de mobilidade da cidade.

 

 
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