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Estuprador é enterrado vivo na Bolívia. Em Curitiba... |
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Escrito por José Gil
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Qua, 12 de Junho de 2013 16:10 |
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Curitiba - Na última sexta-feira um ladrão violentou uma cobradora de ônibus na estação-tubo da Vila Fanny, por volta das 5 horas, na Linha Verde. Um dia antes ele havia assaltado a estação-tubo. No dia seguinte ao estupro ele voltou à estação e procurou pela cobradora, segundo relato de um cobrador que estava no local. Ele foi identificado através de uma cicatriz no rosto e preso por policiais da Delegacia de Roubos, e confessou ter praticado 41 assaltos a estações-tubos nas últimas semanas. O ladrão e estuprador foi encaminhado à carceragem da delegacia e ficará separado dos demais presos, por correr risco de morte ou violência por parte dos demais presos. Após julgamento, será preso e depois de alguns anos será solto, para seguir praticando crimes desse tipo, ou talvez piores.
Bolívia – O jovem Santos Ramon Colque, de 18 anos, foi enterrado vivo na cidade de Colquechaca, há 400 km de La Paz. Ele foi acusado de estuprar e matar uma mulher de 35 anos. Aproximadamente 100 pessoas pegaram o estuprador, “bateram muito e depois o enterraram vivo”, afirmou o promotor de Justiça local. “Com as mãos amarradas e a barriga para baixo, com o caixão da vítima sendo colocado por cima. Depois cobriram tudo com terra, relatou o promotor Gilberto Cruz à rádio Erbol.
Estes acontecimentos provam que em alguns casos os bolivianos estão muito mais evoluídos que os brasileiros. A prisão do estuprador brasileiro não vai inibir ou colocar medo em outros estupradores, mas na Bolívia, nenhum estuprador vai agir por muito tempo, porque sabe que a punição será a morte. |
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Rede israelense trafica órgãos humanos de brasileiros |
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Escrito por HispanTv
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Ter, 11 de Junho de 2013 08:30 |
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Foi preso no Aeroporto Leonardo Da Vince de Roma na quarta-feira o israelense Gedalya Tauber (foto em www.marchaverde.com.br), oficial do Exército de Israel, de 77 anos, pela polícia italiana, a pedido da Interpol, por ser chefe de uma rede internacional de tráfico de órgãos de brasileiros. Tauber estava sendo produrado pela Interpol desde outubro de 2010 e foi detido no aeroporto de Roma por agentes italianos ao ser identificado por agentes da Polícia de Fronteiras da Itália, comandada por Rosario Testaiuti. O israelense Gedalya Tauber reside no Brasil e foi preso em 2010 por traficar órgãos humanos junto com seu sócio, o também israelense Eliezer Ramon, e outros seis brasileiros residentes em Recife, capital de Pernambuco. Em seguida escapou da prisão e fugiu para Israel. Tauber recolhia órgãos de brasileiros, inclusive de crianças, e organizava operações de transplantes no hospital San Augustina de Durban, na África do Sul. As autoridades judiciais investigam 19 delitos, explica Antonio Greco, chefe da polícia italiana: “eles operavam sempre da mesma forma, levando suas vítimas a um hospital na África do Sul onde extraiam os órgãos que necessitavam para oferecer a cidadãos israelenses que podiam pagar por eles.” A quadrilha israelense internacional pegava brasileiros que viviam em bairros pobres de Recife e pagavam de 3.000 a 10.000 dólares por rim. Os receptadores desses órgãos eram todos israelenses, e cerca de 35 israelenses foram beneficiados por órgãos extraídos de brasileiros pela quadrilha de Tauber.
Nota da Redação – O envolvimento do governo israelense na retirada de órgãos de palestinos durante ataques à Faixa de Gaza tem sido denunciado sistematicamente por familiares de vítimas, mas a imprensa ocidental não tem dado espaço porque é submissa ao sionismo. |
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