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Edição 409 - JULHO 2014
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O conflito na Síria segundo o Cônsul Geral Dr. Abdo Abage PDF Imprimir E-mail
Escrito por Redação   
Seg, 21 de Julho de 2014 19:40

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O Cônsul Geral da Síria para o Paraná e Santa Catarina, empresário Dr. Abdo Abage, fala sobre o conflito na Síria e suas repercussões nacionais e internacionais. Confira:

Fale sobre a reeleição do presidente Bashar Al Assad à Presidência da Síria.

Dr. Abdo -  A reeleição do Presidente Bashar Al Assad à presidência da Síria, foi uma conseqüência natural da sua política de preservação da integridade do território da nação e do esforço hercúleo de impedir que tropas de mercenários fortemente armados e financiados por potencias estrangeiras continuem a dizimar a população da nação síria, tal como Israel aproveitando-se das atenções voltadas para a crise na Síria, vem fazendo criminosamente com a população palestina.

O que existe na Síria hoje é uma guerra ou tentativa de ocupação?

Dr. Abdo -  O que de fato existe na Síria, desde os primeiros a acontecimentos em março de 2011, é uma guerra de invasão de tropas de mercenários vindos de várias partes do mundo, dentre as quais podemos citar a Chechenia, o Paquistão, a Turquia, o Afeganistão, a Arábia Saudita, o Katar, e até de países como Israel, França, Inglaterra e Estados Unidos.

Pior do que uma tentativa de ocupação, é que esses países têm o intuito de claramente dividir o território da Síria em três ou quatro partes, tal como aconteceu também criminosamente com a sua partilha quase ao final da 1ª guerra mundial, em 1916, com o acordo Sikes-Picot perpetrado pela França e pela Inglaterra, quando a Síria foi dividida em 6 partes e nunca mais se reintegrou. 

Fale sobre os prejuízos da Síria com esta agressão estrangeira.

Dr. Abdo - Os prejuízos que a Síria sofreu e ainda vem sofrendo são incalculáveis. Além da morte de mais de 170.000 pessoas vemos os refugiados fugindo do horror da guerra, a maior parte para os países vizinhos, mormente o Líbano e parte deles também para o Brasil, um dos poucos países no mundo que abriu suas fronteiras para esse sofrido povo. Cabe ressaltar ainda que a economia da Síria está em frangalhos, tendo em vista que a maioria das indústrias do país localizadas em Alepo, na região norte, foi destruída e incendiada pelas tropas de mercenários. A reconstrução do parque industrial levará muitos anos para se concretizar.

É imperioso citar a destruição do patrimônio histórico e cultural da Síria, grande parte danificada e parte simplesmente destruída. O bazar da cidade de Alepo, tipo como o shopping center mais antigo do mundo, foi inteiramente incendiado. É a riqueza histórica da Mesopotâmia sendo jogada literalmente no lixo.

Qual a perspectiva para os próximos meses em relação à agressão atual?

Dr. Abdo -  A expectativa é que as forças do governo sírio continuem retomando e recuperando as áreas invadidas pelos terroristas mercenários que tem deixado destruição e morte por onde passam.

Não acredito que esses terroristas irão lograr êxito no intuito de acabar com a Síria e seu povo. Não é possível que uma corja de bárbaros se imponha a um povo e a um governo que ao tempo da invasão em março de 2011, gozava de uma boa estabilidade política, econômica e social, situando-se entre os países de melhor condição de vida dentro do Oriente Médio, bem como o único país laico daquela região do mundo.

Fale sobre a paz e o futuro da Síria.

Dr. Abdo - Desde quando o Presidente dos Estados Unidos George W. Bush ordenou a implosão das torres gêmeas de Nova York, para ter uma justificativa para a invasão do Afeganistão, então a maior reserva de gás natural do mundo, e posteriormente a invasão do Iraque, então a terceira reserva de petróleo do mundo, a paz que todos os povos almejavam e buscavam ficou infinitamente mais distante.

Costumo dizer até que a partir daquele infausto acontecimento, o Presidente Bush desencadeou uma terceira guerra mundial não declarada, que aos poucos vai se disseminando por todas as regiões do mundo. Hoje vivemos situações de tensão criadas e fomentadas pela indústria bélica, as quais não se sabe minimamente como irão terminar.

E para quem não sabe, a implosão das torres gêmeas foi constatada pela própria comunidade técnica e científica americana, que comprovou de maneira cabal todas as evidências do fato. É profundamente lamentável que a imprensa americana, terrivelmente dependente das verbas de publicidade, não tenha a coragem de denunciar ao mundo esse terrível crime cujo responsável sempre se apresentou como o Presidente da maior nação democrática do mundo. Quem viver, um dia saberá.

O futuro da Síria está nas mãos de Deus. E do juízo dos homens. Chega de dor e sofrimento. Não à guerra. Sim ao entendimento e a paz entre os homens.

 
Copa revela sonegadores... argentinos! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Altamiro Borges em seu blog   
Seg, 21 de Julho de 2014 17:41

brasil argentina 2

É por esta e outras razões que os ricaços da Argentina detestam a presidenta Cristina Kirchner.

Nesta semana, o órgão responsável pela cobrança de impostos no país anunciou que cerca de 100 dos mais de 100 mil torcedores que viajaram ao Brasil para assistir a Copa do Mundo deverão ser punidos por sonegação. Ele investigou 2 mil argentinos que declararam receber até 27 mil pesos ao ano (cerca de R$ 19 mil), mas que adquiriram pacotes turísticos que variam de R$ 11 mil a R$ 27 mil para ver sua seleção terminar como vice. Destes, cem foram notificados pelo Fisco. A Folha registrou, em tom de protesto, nesta sexta-feira (18) que a “Argentina usa Copa no Brasil para descobrir sonegadores”.

Segundo a reportagem, os argentinos notificados “têm um novo motivo para lamentar o final do evento. Eles foram pegos pelo fisco do país natal por terem gastado, só com a viagem ao Mundial, mais do que afirmam receber durante o ano inteiro... Para combater a evasão, o órgão que cobra impostos vigia os movimentos dos contribuintes cruzando dados, especialmente quando há gastos pessoais incompatíveis com o ganho declarado. Em maio, o governo já tinha usado um evento esportivo para descobrir sonegadores. Na luta de boxe entre o argentino Marcos Maidana e o norte-americano Floyd Mayweather, em Las Vegas (EUA), 17 pessoas foram identificadas e tiveram de pagar mais impostos”.

Se a mesma técnica fosse aplicada no Brasil, muitos dos ricaços que puxaram o coro “Ei, Dilma, vai tomar no c...”, na abertura da Copa no estádio do Itaquerão, também seriam punidos. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), centenas de voos de jatinhos particulares ocorreram durante os 30 dias do Mundial. Fortunas foram gastas em hotéis e restaurantes de luxo. Banqueiros, industriais e artistas globais não fizeram economia. Quantos destes vestais da ética sonegam impostos no Brasil? Um estudo do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), publicado em maio passado, revelou que a sonegação no país passou de R$ 200 bilhões apenas nos primeiros meses deste ano.

Segundo o estudo, este valor é mais de 25 vezes o que foi gasto na construção dos estádios para a Copa. “Para se ter uma ideia, os R$ 200 bilhões seriam suficientes para beneficiar mais de 2,7 milhões de pessoas com o Bolsa-Família ou na construção de cinco milhões de casas populares”, afirma o presidente do Sinprofaz, Heráclio Camargo. O sindicato faz o monitoramento da sonegação no país desde 2013. O projeto foi apelidado de “Sonegômetro” – num contraponto irônico à iniciativa hipócrita do “Impostômetro” lançada por empresários de São Paulo. No ano passado, a sonegação atingiu a marca de R$ 415 bilhões. Se a experiência argentina fosse aplicada no Brasil, bem mais de cem caloteiros seriam punidos!

 
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