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Embaixador dos EUA é hostilizado na Síria PDF Imprimir E-mail
Escrito por Georges Bourdoukhan em seu blog   
Qui, 16 de Outubro de 2014 17:42

embaixador ford

A informação veio dos Estados Unidos. E não podia ser diferente.

 
Ei-la em sua plenitude:“Os Estados Unidos condenaram nesta quinta-feira o ataque ao embaixador Robert Ford, que foi atingido por pedras, ovos e tomates lançados por partidários do ditador Bashar al Assad enquanto visitava um líder da oposição. A Casa Branca e a secretária de Estado, Hillary Clinton, classificaram a ação como intimidadora e injustificável”.
 
Sinceramente, até eu fiquei pasmo com essa atitude dos sírios.
Pedras, ovos e tomates...
Onde já se viu desperdiçar ovos e tomates?
Já não bastavam as pedras?
Digamos que não houvesse pedras suficientes.
Eles podiam  encher sacos com dejetos humanos e atira-los nesse embaixador.
Um arrogante que interfere em assuntos internos de uma nação soberana.
A nota da mídia poluída diz ainda que a sobrevivente do salão oval teria classificado a ação como “intimidadora e injustificável”.
O que ela queria?
Que os manifestantes imitassem os Estados Unidos?
A “grande democracia”?
O que ela queria?
Que invadissem o Iraque?
Que invadissem o Afeganistão?
Que fuzilassem o embaixador?
Somente uma mídia corrupta, servil e poluída repercute tamanha imbecilidade sem qualquer questionamento.
E que trata seus leitores como perfeitos idiotas.
É a isso que chamam liberdade de imprensa?
Oh temporas, oh mores...
 
Pai Nosso em aramaico: http://youtu.be/9eC3YTOuHyU

 
A bandeira brasileira em um tanque de guerra na Ucrânia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agência de Notícias da Novorrússia   
Seg, 13 de Outubro de 2014 10:06

ucrania brasileiro p

 

Entrevista com o primeiro brasileiro a lutar como voluntário na guerra da Ucrânia. Ele se juntou aos separatistas que criaram o país Novorrússia, e levou a bandeira brasileira para decorar um tanque de guerra.

A colônia ucraniana é uma das mais respeitadas e admiradas no Brasil. No Paraná está o maior número de imigrantes ucranianos em nosso país. Entretanto, o primeiro brasileiro a se apresentar como voluntário para lutar na guerra da Ucrânia escolheu lutar ao lado dos separatistas da Novorrúsia, um novo país que surge no leste da Ucrânia, formado por descendentes de russos.
A atual guerra da Ucrânia não foi criada pelo povo ucraniano e nem pelo povo russo. Foi criada pela Junta da Kiev, um grupo de empresários e banqueiros sionistas ligados ao governo norte-americano. Eles derrubaram um governo democraticamente eleito pelo povo ucraniano, colocando em seu lugar os golpistas de Kiev (a capital da Ucrânia), iniciando assim uma guerra que já destruiu milhares de vidas de inocentes.
A Junta de Kiev (golpistas) querem montar bases da OTAN na fronteira para ameaçar a Rússia. Os descendentes de russos, que são maioria no leste do país, se revoltaram e passaram a formar novos países que não aceitam a submissão da Ucrânia ao governo dos EUA.
Portanto, esta guerra não diz respeito ao povo ucraniano: é uma luta fraticida entre golpistas e separatistas. A melhor opção é a paz incondicional e a realização de plebiscitos para que a maioria da população decida o destino da Ucrânia e dos separatistas. A guerra interessa apenas ao governo dos EUA e a indústria bélica.
Feita essa ressalva, passamos à entrevista com o professor Rafael, o primeiro brasileiro a se apresentar como voluntário nesta guerra.
A entrevista foi publicada na página dos apoiadores da Novorrúsia no facebook. Traduzida por Cristiano Alves.


Rafael é professor de inglês e ex-policial no Brasil. Serviu como voluntário na Legião Estrangeira francesa, mas resolveu juntar-se à milícia da Novorrússia. Atualmente, Rafael ainda se encontra nas fileiras das brigadas conjuntas criadas por voluntários franceses e sérvios e, antes de tudo, ficará para combater na composição dessa unidade particular. Nós resolvemos conversar sobre o que o levou a tomar precisamente essa decisão. A primeira coisa que nos impressionou foi o russo suficientemente bom e a aparência não sulista do nosso interlocutor.

Por que você resolveu lutar pela Novorrússia? Seus antepassados não são da Rússia? Onde você aprendeu russo?
Rafael - Não, meus antepassados vieram há quase 100 anos atrás da Hungria e se estabeleceram no Brasil. O russo eu sei porque estudei quase um semestre com vocês no curso de medicina em Kursk, isso foi muito difícil. Eu sonhei em ingressar no Exército Russo, mas sem saber russo, é difícil fazer isso. Por isso, assim que surgiu a oportunidade de ir para a Rússia, eu fui para lá. Desde a infância eu amava a Rússia, a cultura russa. Às vezes nos mostravam desenhos soviéticos. Por exemplo, sobre os cossacos. E o meu pai gostava de um filme, “Taras Bulba”, que filmaram na Argentina sobre o romance de Nikolay Gogol. Com esses desenhos e filmes tudo começou. Depois eu li bastante literatura russa, me interessei, e o amor pela Rússia se fortaleceu.

rafael voluntario p

Mas por que você resolveu ir à guerra? Amar a Rússia de longe é uma coisa, mas morrer pelos russos é outra.
Rafael - Bem, em primeiro lugar, a Rússia e o Brasil estão fortemente ligados pelo BRICS. Aquilo que a Rússia precisa, o Brasil também precisa, do ponto de vista geopolítico. O BRICS poderá substituir a hegemonia dos EUA e da Europa no mundo. Claro, se houver ação, e não apenas conversa como agora.
No Brasil há muita influência americana. Tudo que os americanos tocam se desmancha: valores familiares e morais; eu não sou muito religioso, mas a religião também. Tudo se torna sem sentido. Por exemplo, as garotas comuns no Brasil não são feministas, mas muito egoístas. Elas insistem no futuro “americano”.
Eu quero viver aqui. Quando surgiu essa crise, quando na Rússia surgiram todos esses problemas, eu pensei, “Eu vou”. A guerra não é um problema para mim, por que durante toda a vida eu fui militar.

Interessante, e onde você serviu?
Rafael - Aos 18 anos eu me alistei na Legião Estrangeira na França. Quando eu terminei de servir lá, fui servir na polícia do Brasil, servi na Cavalaria da Polícia. Quando eu estive na Legião estrangeira, lá serviam muitos russos, eles eram considerados os melhores soldados da Legião e eram bons companheiros.

Participou de ações militares?
Rafael - Na Legião Estrangeira eu servi na África. Mas lá haviam apenas instruções. Nós tínhamos que efetuar assistência humanitária.

E o que você planeja fazer no fim do conflito?
Rafael - Eu vou ficar até o final, e depois eu quero permanecer na Novorrússia. Não importa onde. Onde eu puder ficar, lá ficarei.

No Brasil sabem que você foi lutar pela Novorrússia?
Rafael - Não é segredo.  Todos os meus amigos no Brasil sabem. Minha família, amigos.

Há outros brasileiros que estão lutando nas fileiras da milícia ou planejam fazer isso?
Rafael - Eu tenho dois amigos que gostariam de ser voluntários na milícia, mas eles não sabem russo. E eles não tem dinheiro para a passagem. Eles querem que eu venha primeiro, saiba de tudo, e depois viriam atrás de mim. Sobre brasileiros que lutariam do lado dos milicianos eu nada sei.

E como a sociedade brasileira percebe o conflito na Novorrússia?
Rafael - No Brasil 50% apoiam a Rússia e 50% a Ucrânia, porque não conhecem a verdade, não sabem o que acontece na verdade. Nossa imprensa transmite todo clichê pró-americano, antirrusso. É muito difícil receber informações com credibilidade sobre a Rússia, devido a propaganda americana. Eu conheço a língua, posso buscar informações na internet em russo, e para aqueles que não conhecem a língua, que não estão engajados no assunto, é muito difícil entender. Muitos pensam que o conflito foi iniciado pela Rússia, por que ela quer aumentar o seu território. Não são muitos os que sabem que tudo começou com a Euromaydan, por que a União Europeia queria subjugar a Ucrânia. Metade apoiou isso, metade foi contra, então começou a guerra civil.

Por que isso está acontecendo? Será que há países colaborando?
Rafael - Eu não consigo entender isso. O BRICS é muito importante para o Brasil. Talvez por que toda a informação que temos venha das agências de notícias da Europa ou EUA. Na Rússia ninguém trabalha para nós. Não há intercâmbio cultural. Por exemplo, só há um lugar em todo o Brasil, em São Paulo, onde uma pessoa pode aprender russo. É difícil aprender russo, quase não é demonstrada a cultura russa. As notícias com credibilidade estão em russo. Ninguém as traduz para o português. Eu penso que o problema está nisso.

O que é necessário fazer, para mudar essa desinformação?
Rafel - É necessária uma iniciativa por parte da Rússia. Não há diplomacia pública por parte da Rússia no Brasil.

Você sabe que do lado ucraniano são muitos os estrangeiros que lutam. Qual é a sua motivação, na sua opinião?
Rafael - É a russofobia! Muitos querem se vingar dos russos. Assim, eu sei que do lado ucraniano lutam muitos combatentes islâmicos extremistas chechenos, e até alguns do Levante Islâmico. Os ucranianos não estão lutando nesta guerra, mas mercenários pagos pelos EUA.

novorrusia br

Há um ponto de vista de que a Ucrânia hoje é um mero instrumento dos Estados Unidos da América. Você compartilha esse ponto de vista, possui um diferente?
Rafael - Sim, isso é verdade. As forças atlantistas, em primeiro lugar EUA e Grã-Bretanha, estão interessadas em enfraquecer a Rússia. Ao Brasil, ao contrário, isso não interessa. A Rússia é nosso parceiro econômico há tempos. Os EUA, do ponto de vista econômico, agem como inimigos do Brasil, eles tem tarifas muito altas para nossas mercadorias, apesar de que temos tarifas não tão altas para os produtos deles. As pessoas não gostam disso. Não gostam, também, de que foi revelado que o governo americano conduziu uma espionagem em larga escala no Brasil, espionando nosso governo e empresas para vencer licitações através da fraude.
O problema é que a nossa oligarquia brasileira quer ficar do lado da América. E as pessoas, mesmo as que não gostam disso, não pensam. Não há escolas de pensamento. Uma pena, mas é verdade.

Quer dizer que para você a orientação anti-oligárquica da Novorrússia é clara? Isso toca a alma do brasileiro?
Rafael - É verdade. E isso é visível nesse conflito na Novorrússia. Nele os nossos oligarcas e trotskistas tomaram a mesma posição. Contra a Novorrússia e a Rússia. Eles sempre estiveram um contra o outro, e agora estão juntos. Os trotskistas apoiam apenas a Ucrânia e se colocam contra a Rússia.

E qual é o quadro-geral ideológico no Brasil?
Rafael - Demasiado pobre. Existe a “direita” verbal, mas eles são todos liberais. A maioria dos que restam se dizem de esquerda e socialistas, mas normalmente centristas. Me desagrada muito que dentre nós há um forte movimento trotskista nas fileiras de esquerda. Em vez de defenderem os interesses dos operários, eles foram contra a Copa do Mundo de futebol, são pelos direitos dos transexuais. E os operários não vivem muito bem. Teoricamente temos um Estado Social, e na prática a corrupção; há benefícios sociais, mas eles são miseráveis. Se você for negro e ainda gay ou inválido, então estará muito bem no Brasil, para você haverá quotas especiais para conseguir trabalho. E se você for um homem branco de orientação normal, então fica ruim.
Eu não entendo por que os trotskistas apoiam a Palestina e não apoiam a Novorrússia. Nos dois casos há uma luta de libertação. Eu gosto mais do stalinismo.
Não há nacionalistas. Até a Segunda Guerra Mundial havia muitos fascistas, mas nós entramos na coalizão anti-hitleristas e os fascistas foram colocados na ilegalidade. Depois os “nacionalistas” foram os militares, quando eles dirigiram o país, mas economicamente eles também eram liberais. Diziam que se você servia ao exército, então você era “nacionalista”.

E que ideologia você defende?
Rafael - Eu gosto muito das ideias da “Quarta Teoria Política” de Alexander Duguin. Socialismo, marxismo e comunismo acabaram. O mundo mudou. O capitalismo também não é o mesmo. Eu gostei do que li na “Quarta Teoria Política”.

O que você gostaria de dizer ao povo da Novorrússia, enviar uma mensagem das pessoas do Brasil que o apoiam?
Rafael - É necessário ficar de pé até o final, a vitória será nossa. Conosco está a verdade.

 

 

 

 

Última atualização em Seg, 13 de Outubro de 2014 11:00
 
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