santa-candida

abrigo-virtual

Edição - NOVEMBRO 2016
Clique na capa e aguarde o carregamento da página para começar sua leitura.

Edição Digital - OUTUBRO 2016
Clique na capa e aguarde o carregamento da página para começar sua leitura.

Banner

Pesquisa

Do que nosso bairro mais precisa?
 

twitter-sigaface-siga

siga-nos

AGORA ONLINE

Nós temos 21 visitantes online

Visitas

Visualizações de Conteúdo : 2719759
Ex-governador Sérgio Cabral é transferido de Bangu para Curitiba pela PF PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agência Brasil   
Sáb, 10 de Dezembro de 2016 16:37

cabral preso 1

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó pouco depois das 10h de hoje para ser transferido pela Polícia Federal, informou a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária.

Cabral estava preso em Bangu 8, onde cumpre prisão preventiva pedida pelo Ministério Público Federal no âmbito da Operação Calicute. A operação investiga um esquema de corrupção que envolvia pagamento de propinas e lavagem de dinheiro e aponta Cabral como chefe da organização.

A transferência foi decidida pela Justiça Federal após um ofício do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apontando que Cabral vinha recebendo visitas irregulares em Bangu 8.

O promotor André Guilherme Freitas diz no ofício que o réu teve visitas de amigos e familiares em desconformidade com a Resolução SEAP nº584, de 23 de outubro de 2016. O promotor destaca que apenas uma pessoa amiga poderia ter sido credenciada para visitá-lo, e apenas após a satisfação de formalidades listadas na resolução.

"Por outro lado, caso se tenha como visitação extraordinária a que vem ocorrendo em relação a este réu, cabe esclarecer que esta, quando desempenhada por autoridades públicas, deve estar estritamente relacionada ao exercício da função", diz o ofício, acrescentando que as visitas foram divulgadas amplamente pela imprensa, reconhecidas pela Secretaria de Administração Penitenciária e confirmadas em declarações públicas de um dos visitantes.

Em nota, a Seap afirma que todas as visitas de Cabral foram cadastradas dentro das normas da secretaria. "Cabe ressaltar que deputados possuem prerrogativas parlamentares para entrar e, inclusive, fiscalizar unidades prisionais a qualquer momento, sem necessariamente ser o dia de visita", diz o texto que informa ainda que câmeras da unidade prisional poderão ser solicitadas para a apuração de irregularidades.

 

 
Porque a "República de Curitiba" pode responder por crime de traição à pátria PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jornal GGN   
Sáb, 10 de Dezembro de 2016 08:49

justiça cor

Intermediar negociações entre delatores da Lava Jato e autoridades dos Estados Unidos sem a devida observância às regras pode custar caro à chamada "República de Curitiba". Segundo artigo publicado pelo advogado Anderson Bezerra Lopes, especialista em Direito Penal Processual da USP, o conteúdo do que é oferecido a agentes estrangeiros em acordos de cooperação precisa, sim, ser de conhecimento do Estado brasileiro, para evitar riscos à soberania e economia nacional. Mas não é o que ocorre com a Lava Jato.

Ao GGN, a secretaria do Ministério Público Federal responsável por intermediar acordos de cooperação internacional entre estrangeiros e o Estado brasileiro admitiu que a força-tarefa de Curitiba "negocia" sozinha com o Estados Unidos. Ou seja, os procuradores agem à revelia do próprio comando do MPF.

Essa situação foi escancarada após a defesa de Lula apontar que o juiz Sergio Moro vem ajudando a força-tarefa a esconder os detalhes desse acordo de cooperação com os EUA, ao permitir que os delatores não sejam obrigados a oferecer detalhes nas audiência do caso triplex.

Ontem, o GGN mostrou que além de se preocupar com as delações que a Lava Jato anda exportanto para os EUA, a defesa de Lula também suspeita que a força-tarefa recebeu ajuda de estrangeiros em solo nacional, talvez até oferta de tecnologia, para investigar o ex-presidente. Leia mais aqui.

Para Lopes, "caso estejam fornecendo informações e documentos de caráter estratégico às autoridades dos EUA, tais indivíduos podem estar cometendo crimes contra o Estado, previstos na Lei n° 1.802/53, também conhecidos como "crimes de traição à pátria". Aqueles que porventura estejam instigando ou auxiliando tais indivíduos a praticarem tal conduta também podem ser penalmente responsabilizados, na qualidade de partícipes."

Por Anderson Bezerra Lopes

No Uol

Colaboração de réus da Lava Jato com os EUA pode virar traição premiada

 
Última atualização em Sáb, 10 de Dezembro de 2016 08:51
 
MORO É ALVO DE ESCRACHO DURANTE PALESTRA NA ALEMANHA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Brasil 247   
Sáb, 10 de Dezembro de 2016 08:37

moro alemanha

O juiz Sérgio Moro foi alvo de protestos durante palestra nesta sexta-feira em Heidelberg, na Alemanha. Um grupo de cerca de 30 juristas e acadêmicos enviou uma carta à Universidade de Heidelberg argumentando que Moro não tem credibilidade para discursar sobre combate à corrupção no Brasil, por ser "parcial" em favor de partidos como PSDB e PMDB.

"O juiz federal Sergio Moro incorreu em posturas as quais foram determinantes para o clima político de derrubada de um governo legítimo servindo, desta forma, aos piores interesses antidemocráticos", diz o texto, em referência ao vazamento de uma escuta telefônica entre a então presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no período de crise pré-impeachment.

moro alemanha 1

Na plateia, brasileiros levantaram cartazes com dizeres "Moro na cadeia" e "parcialidade fere a democracia". Ele chegou a ser chamado de juiz do PSDB e da Globo. Outros gritavam "Moro, meu herói". Os grupos trocaram insultos.

Perguntado por uma pessoa na plateia por que divulgou os áudios de escutas telefônicas de Dilma, Moro afirmou que as pessoas têm o direito de saber o que seus governantes fazem. "É estranho que numa democracia as pessoas reclamem de uma revelação como essa. Desde o início das investigações decidimos que não iríamos esconder nenhuma informação do público", declarou ao ressaltar que a atitude "não foi uma exceção à regra".

Questionado pela DW Brasil sobre a criticada foto em que aparece rindo ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG) durante a premiação "Brasileiros do Ano de 2016", da revista "IstoÉ", Moro afirmou que o político não está sob sua jurisdição. "Foi um evento público, e o senador não está sob investigação da Justiça Federal de Curitiba. Foi uma foto infeliz, mas não há nenhum caso envolvendo ele", disse.

Aécio Neves é um dos políticos mais citados nas recentes delações de executivos da Odebrecht e de funcionários da Andrade Gutierrez.

O juiz disse discordar "totalmente" das críticas de que o processo legal não tem sido cumprido na Lava Jato. "A operação não é uma bruxa caçadora", justificou ao dizer que não "joga com a política". "Nenhuma prisão aconteceu com base em opiniões políticas, mas em evidências de que crimes foram cometidos."

Para Moro, a Lava Jato dá ao Brasil a oportunidade de superar a "prática vergonhosa" de pagamento de propinas. "Há uma profunda erosão na confiança na democracia", afirmou. "A Lava Jato revela que muito pode ser feito para combater a corrupção sistêmica."

 

Última atualização em Sáb, 10 de Dezembro de 2016 08:37
 
Paraná investe 16,6% mais em saúde e 15,7% mais em educação PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agencia de Notícias do Paraná   
Sáb, 10 de Dezembro de 2016 08:11

beto fala

De janeiro a outubro de 2016, o Governo do Paraná investiu 16,6% mais em saúde e 15,7% mais em educação, na comparação com igual período do ano passado. Os números referem-se ao fechamento do 5.º bimestre de 2016, publicado nesta semana no Diário Oficial. 

"A economia continua retraída, afetando a arrecadação, mas as finanças do Paraná estão blindadas o suficiente para que o Estado amplie os investimentos em educação, saúde e demais políticas sociais", declarou o governador Beto Richa. "Vamos fechar o ano conciliando perfeitamente equilíbrio fiscal e elevação dos investimentos. Se a economia ajudar um pouquinho, teremos um 2017 ainda melhor", acrescentou. 

As despesas empenhadas com ações e serviços públicos de saúde somaram R$ 3,78 bilhões nos primeiros dez meses do ano, ante R$ 3,24 bilhões de janeiro a outubro de 2015. A diferença é de R$ 540 milhões a mais. 

Se for considerada apenas a receita líquida de impostos, o Estado aplicou 12,18% da RLI em saúde, ou R$ 2,74 bilhões. Em igual período do ano anterior, foram investidos R$ 2,24 bilhões na área. 

“Mesmo em um cenário de crise, a saúde recebe toda a atenção do governo, que tem investido acima dos valores mínimos estabelecidos por lei”, diz o secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo Costa. “E a demanda pelo atendimento público tem crescido, porque muitas famílias cancelam seus planos de saúde particulares quando eles não cabem mais no orçamento”. 

No caso da educação, os investimentos somaram R$ 8,22 bilhões até outubro e, em igual período de 2015, foram R$ 7,1 bilhões. O salto de um ano para o outro foi de R$ 1,12 bilhão. 

O governo aplicou 35,45% da receita líquida de impostos na área, ou R$ 7,98 bilhões. De janeiro a outubro de 2015, foram investidos na educação R$ 6,99 bilhões da RLI. 

ACIMA DAS METAS - Aplicando 12,18% da receita líquida de impostos em saúde e 35,45% em educação, o Paraná ficou acima das porcentagens mínimas estabelecidas para as duas áreas – 12% e 30%, respectivamente. 

Mauro Costa acrescenta que, além de saúde e educação, o Estado está aplicando recursos em outras áreas importantes para os paranaenses, como infraestrutura, por exemplo. Até agora, segundo ele, os investimentos no ano já somam cerca de R$ 5 bilhões, incluindo as estatais.

 

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 1 de 565

jav-separador

         twitter-siga-footerface-footer
Copyright © 2010-2013 Jornal Água Verde. Todos os direitos reservados.
Abrigo Virtual